Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade
De antecedentes, podemos encontrar uma história de gestação complicada, com um nascimento com índice de APGAR baixo, ou ainda, nascimento de RNS termo precoce ou pré-termo tardio, histórias neurológicas associadas, como atraso do desenvolvimento neuropsicomotor.
O TDHA é um transtorno Mental Crônico, multifatorial, neurobiológico, caracterizado por dificuldade de atenção, hiperatividade e impulsividade, que pode combinar-se em graus variáveis, tendo início na primeira infância e podendo persistir até a idade adulta.
Os exames a serem realizados são:
1-Eletroencefalograma
2-Tomografia axial computadorizada
3- Audiometria
4- Cariótipo
5- Exames do pezinho e erros inatos do metabolismo (que devem ser normais).
6- Avaliação oftalmológica
De antecedentes, podemos encontrar uma história de gestação complicada, com um nascimento com índice de APGAR baixo, ou ainda, nascimento de RNS termo precoce ou pré-termo tardio, histórias neurológicas associadas, como atraso do desenvolvimento neuropsicomotor.
Normalmente, encontramos um comportamento agitado e dificuldade de atenção, não permanecendo na atividade por tempo prolongado. O contato visual pode estar reduzido, déficit global de coordenação motora, dificuldade de concentração acentuada e impulsividade.
O quadro clínico varia de criança para criança, segundo uma história familiar positiva para transtornos psiquiátricos, condições de nascimento não satisfatórias, gravidez indesejada, com tentativa de aborto.
O tratamento farmacológico e seguimento com profissional de psicologia, fonoaudiólogo e oftalmologista se faz necessário, ou melhor, é imperativo.
A prevalência do TDHA aumentou, o que implica em uma atenção nova dos especialistas, em especial do pediatra, que a partir da suspeita, deve encaminhar para outros especialistas.
Deve-se avaliar a criança na escola, família e comunidade. É comum encontrarmos associados a ansiedade, distúrbios do sono e alterações de humor.
Tratar os pais, e intervenções em sala de aula são tarefas destinadas ao serviço psicológico.
Muitas vezes, faz-se necessário o uso de antipsicóticos, anticonvulsivantes, conforme cada história clínica.
Muitas vezes, faz-se necessário o uso de psicoestimulantes, pois promove uma estimulação na produção de neurotransmissores, a saber dopamina e norepinefrina, com melhora dos sinais e sintomas a curto, médio e longo prazo.
Lembrar sempre que nenhuma terapia isolada é eficaz, mas a combinação delas, para o sucesso do tratamento.
Em relação às dietas, alguns estudos da década de 1980 mostraram taxas elevadas de eficácia em pacientes com TDHA tratados com restrições dietéticas, de forma a eliminar certos alimentos e aditivos alimentares, que poderiam gerar intolerância a essas substâncias, por mecanismos imunológicos, determinando, principalmente, distúrbios comportamentais .
Em relação à medicação, temos em:
Primeira escolha – Lisdexanfetamina e metilfenidato de liberação curta e liberação prolongada (concerta, ritalina r, ritalina ra);
Segunda escolha – atomoxetina;
Terceira escolha – imipramina, nortriptilina, bupropiona , que são antidepressivos;
Quarta escolha – clonidina – medicamento anti-hipertensivo;
Outros – modafanil – medicação para distúrbio do sono.