O humor contagiante de Paulinho Mixaria em Pomerode
É um prazer muito grande voltar a uma cidade em que você já esteve. Procuramos sempre apresentar algo bacana para voltar sempre onde já estivemos”, exclama Paulinho Mixaria, humorista que realizou seu espetáculo neste domingo, 21 de maio, no Teatro Municipal de Pomerode.
“É um prazer muito grande voltar a uma cidade em que você já esteve. Procuramos sempre apresentar algo bacana para voltar sempre onde já estivemos”, exclama Paulinho Mixaria, humorista que realizou seu espetáculo neste domingo, 21 de maio, no Teatro Municipal de Pomerode.
Ao ser questionado a respeito de suas piadas livres de palavrões, apelações e abrangentes a todos os públicos, o humorista de 46 anos explica que difícil é fazer o simples. “A gente começa a enfeitar demais e aí se atrapalha. Na verdade, eu só sei fazer assim, eu não sei fazer de outro jeito, é simples o nosso jeito”. Suas piadas são inspiradas em acontecimentos da vida, ao invés de murmurar sobre o acontecido, o gaúcho transforma a situação em humor. “Estamos sempre buscando coisas do dia a dia para transformar em humor”, conclui.
O gaúcho, que já fez espetáculos em praticamente todo o Brasil, e seu humor contagiante ainda vão passar por outros estados como: Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Em sua carreira, já lançou quatro livros, sete CD’s, dois DVD’s e um filme de Longa Metragem. Em 2013, comemorou 20 anos de carreira encarando um novo desafio: durante nove meses produziu o filme “As Aventuras de Paulinho Mixaria”. Totalmente produzido sem verba pública, o artista ressalta que, enquanto houver uma criança com fome e um idoso morrendo em hospital por falta de atenção do governo, ele não tenho direito de usar o dinheiro do povo para fazer filme. “Esse dinheiro deve voltar para eles”, explica.
O humorista leva como ídolos e exemplos profissionais artistas como Mazaroppi, Charlie Chaplin e Jerry Lewis que também eram roteiristas, diretores, atores e produtores. Sem formação acadêmica, Mixaria sonha com essa profissão desde criança. Aos 11 anos, começou a escrever músicas e poesias, algumas delas, inclusive, gravadas por artistas, como Gaúcho da Fronteira.
