Pomerode envolvida na onda de ataques
Lagranha, também conhecido como Pomerode, estava preso desde o ano passado, quando foi acusado de participar do assalto que ocorreu à Pizzaria Dudonne.
Pomerodense é suspeito de envolvimento em atentados
Prestes a completar 24 anos Rodrigo Lagranha é suspeito de fazer parte do Primeiro Grupo Catarinense (PGC), organização criminosa suspeita de efetuar os atentados no Estado recentemente.
Lagranha, também conhecido como Pomerode, estava preso desde o ano passado, quando foi acusado de participar do assalto que ocorreu à Pizzaria Dudonne. O jovem tem cerca de 20 boletins de ocorrência, entre furto, roubo, porte de arma, tráfico de drogas e violência doméstica.
O jovem é natural de Blumenau, mas morou em Pomerode, por isso o seu apelido. Ele estava em regime semiaberto e fugiu do Presídio Regional de Blumenau na semana passada, ao se infiltrar em outro grupo de presidiários que realizavam trabalhos externos, junto com outros três detentos.
A sua captura ocorreu na madrugada de quinta-feira, dia 02 de outubro, em Blumenau, após denúncia de que dois homens estavam em uma motocicleta com garrafas pet com gasolina para realizar atentados contra ônibus.
Ao avistarem a presença dos policiais, a dupla fugiu a pé e abandonou a motocicleta junto com as garrafas, na conhecida “Pedra do Amor”, na República Argentina. A moto estava em nome de uma moradora de Gaspar, que na noite da ação estava sob os cuidado de Jean Carlos Alves de Oliveira, vulgo Paulista.
Lagranha foi encontrado na casa de Valmir da Fonseca, conhecido como Fumo, na Rua Pedro Krauss Senior. Fumo havia sido preso no ano passado em operações da Diretoria Estadual de Investigações Criminais após os atentados de 2013, sendo indiciado como “aquele que cumpre as ordens da facção”, dentro e fora dos presídios.
Os três envolvidos foram presos em flagrante por associação criminosa. O pomerodense Lagranha e Paulista também foram autuados em flagrante por posse de artefato incendiário.