Segurança

PM de Pomerode atende ocorrências de agressão e ameaça, no fim de semana

No sábado, 14 de dezembro, foram registrados três casos desta natureza, em Pomerode, em três pontos diferentes da cidade

16 de dezembro de 2019

O fim de semana foi marcado por ocorrências de violência doméstica, ameaça e lesão corporal. No sábado, 14 de dezembro, foram registrados três casos desta natureza, em Pomerode, em três pontos diferentes da cidade.

O primeiro caso foi no bairro Ribeirão Clara e trata-se de violência doméstica, no âmbito da Lei Maria da Penha. Segundo informações divulgadas pela Polícia Militar, no local do fato houve uma discussão entre irmãos, um homem e uma mulher, que acabaram entrando em vias de fato.

A vítima disse que não queria representar, porém, em caso de vias de fato, trata-se de contravenção penal e independe de representação. Foi dada voz de prisão ao autor, sem necessidade de algemá-lo, e a vítima foi levada na viatura policial. Ambos foram encaminhados para a delegacia de polícia.

 

Ameaça no Ribeirão Souto

De acordo com informações repassadas pela Polícia Militar, a solicitante do atendimento relatou que o ex-companheiro, com quem vive por cerca de dois anos, a ameaçou por telefone. Ele teria afirmado que iria até a casa da vítima com dois outros homens, ameaçando-a de morte.

A vítima também alegou que o autor sempre foi muito ciumento e a privava de inúmeras liberdades. O autor teria armas em casa, que fica no bairro Testo Alto. A vítima manifestou o desejo de representar criminalmente e requerer medida protetiva de urgência contra o autor. 

 

Lesão corporal leve

Por fim, ainda no sábado, dia 14, a PM foi chamada para atender a uma ocorrência de lesão corporal leve, na Rua Armação. De acordo com os relatos da vítima aos policiais, ela teria tido uma discussão com sua mãe, que, por sua vez, a agarrou pelos cabelos e a jogou contra a parede.

A vítima caiu e bateu a cabeça contra o chão, sendo atingida, também, por um soco no nariz. Ainda, no dia anterior, teria acontecido uma outra briga, que resultou em uma escoriação no pulso da vítima.

Os socorristas do Samu foram acionados e estiveram no local, realizando o atendimento. A vítima foi medicada, pois sofre de transtornos psicológicos e não estava tomando a medicação conforme o recomendado.

Também de acordo com o registro feito pelos policiais, tanto a PM, quanto o Corpo de Bombeiros e o Samu são acionados com demasiada frequência para ocorrências com tais envolvidas, haja vista ambas brigarem regularmente, perturbando toda a vizinhança. Mãe e filha apresentam indícios de transtornos psicológicos e ficam juntas em casa por período integral, o que resulta tamanho número de ocorrências e acionamento de tantos serviços públicos de urgência.

Pela experiência que os policiais já tiveram com as envolvidas, constatou-se a incapacidade da genitora em cuidar da filha, que acaba não tomando a medicação prescrita, tampouco frequentando o atendimento psicológico devido.

 

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