Fogo destrói galpão em Testo Alto
Seria uma manhã normal de domingo (22/01), passeando de bicicleta com as filhas na Praça da Malwee, se não fosse o caminhão de Bombeiros, por volta das 11h15min, seguindo rumo a Testo Alto, entrando na Rua Ernesto Blank.
Seria uma manhã normal de domingo (22/01), passeando de bicicleta com as filhas na Praça da Malwee, se não fosse o caminhão de Bombeiros, por volta das 11h15min, seguindo rumo a Testo Alto, entrando na Rua Ernesto Blank. Foi nesse momento, ouvindo as sirenes do veículo e vendo-o fazer sinal para entrar naquela rua, que Jean Nicoletto sentiu um aperto no peito. Guiado pelo instinto, foi atrás e chegando na rua, já foi avisado pelos vizinhos, de que o galpão da empresa da família estava em chamas. Foi em busca de um telefone para avisar o pai e o irmão, também responsáveis pela empresa, e foi o mais rápido possível até o local.
Chegando lá, segundo ele, pouco pôde se fazer. Como não tinha a chave da entrada, teve que esperar o pai para abrir as portas. Na pressa e na ânsia de conseguir salvar alguma coisa, ele pulou o muro e em seguida, com ajuda, abriu manualmente o portão eletrônico, para que os caminhões de Bombeiros pudessem entrar e apagar o fogo que tomava conta de toda a empresa.
Segundo Jean, o que foi conseguido salvar, foi apenas um caminhão, tirado às pressas do local. Do restante do maquinário e do escritório, tudo foi perdido.
O olhar de um dos proprietários da empresa de reciclagem e tornearia, ainda é triste e se nota um embargo na voz, ao falar do assunto. Porém, ao mesmo tempo, a fala é firme, com convicção de que tudo será recuperado e na felicidade de que o acidente não causou nenhuma vítima.
O prejuízo calculado até agora, está na casa entre R$1,2 e R$1,5 milhões. Valor dos materiais que precisarão ser adquiridos novamente, com recursos próprios, já que a empresa não possuía seguro.
Mas o trabalho de reconstrução já começou; os funcionários da empresa, juntamente com os proprietários, amigos e parentes, estão auxiliando nos serviços de seleção de materiais e limpeza. Esse tipo de ação, de acordo com Jean, o emociona profundamente. “e quero agradecer também, à doação em dinheiro da Tornearia Julifer, que estendeu a mão prontamente, assim como os vizinhos que ajudaram, os bombeiros de Pomerode, Blumenau e Timbó, a Prefeitura de Pomerode, ao Samae e a Terraplanagem Knopf”, finalizou ele, na esperança de que logo a empresa estará em pé novamente.