Segurança

Em prol da Polícia Militar

Contribuições facultativas de empresários pomerodenses tem como objetivo auxiliar na manutenção e aprimoramento do trabalho realizado pela Polícia Militar em Pomerode.

8 de março de 2017

Todas as cidades de Santa Catarina, inclusive Pomerode, vivem uma situação de precariedade na segurança pública, tanto na quantidade de efetivo da Polícia Militar, quanto na questão de armamento e instruções. 

A obrigatoriedade, apesar de ser do Governo Estadual, nem sempre é atendida. Por conta disso, Pomerode busca ampliar parcerias para que algumas questões possam ser resolvidas de forma mais imediata.

Para isso, no ano passado a proposta de uma contribuição facultativa foi aprovada por lei na Câmara de Vereadores. Na quinta-feira, 02 de março, representantes da Acip, CDL de Pomerode, Conseg, OAB e Polícia Militar se reuniram para discutir os detalhes para colocar em prática a ação.

Uma das questões mais importantes a ser frisadas nesta parceria é de que a cobrança não está vinculada a nenhum tipo de imposto e acontece de forma facultativa. “A emissão dos boletos a pessoas jurídicas deve ocorrer em meados do mês de março e entregue aos comerciantes pomerodenses. No entanto, há questões que precisam ser reiteradas. O pagamento não é obrigatório, não se trata de impostos, não há vínculos com entidades públicas e o valor arrecadado será disponibilizado em uma conta, a qual será administrada por um conselho composto por membros da sociedade civil e Polícia Militar”, afirma Peter Volkmann, presidente da Acip.

Para o comandante da Polícia Militar de Pomerode, Tenente Fábio Verdasca de Luca, a reunião mostra o empenho do empresariado pomerodense em firmar parcerias e apoiar o trabalho da Polícia Militar. “Pudemos observar a dedicação do setor empresarial e do Poder Executivo em fazer funcionar essa contribuição facultativa que trará um grande retorno para a comunidade pomerodense”, ressalta.

Tenente De Luca comenta, ainda, as necessidades que o pelotão de Pomerode possui e que, com a boa aceitação do projeto, podem ser sanadas. “Estamos falando da aquisição de materiais que necessitamos e não possuímos verba para aquisição, pois nossos convênios, como o de Trânsito e o de radiopatrulha, apenas atendem questões relacionadas a combustível e manutenção de viaturas. A nossa intenção inicial inclui armamentos novos e mais modernos para combater a criminalidade, dispositivos incapacitantes de eletrochoque e coletes balísticos”, completa.

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