Eleições 2026: Ministro Cristiano Zanin prorroga votação em todo o país até as 19h
Os dois concorrentes ao cargo de Presidente da República solicitaram a prorrogação da votação em diferentes regiões do País.
Foto: Paulo Pinto / Agência Brasil / Imagem Ilustrativa
No fim da tarde deste domingo, 25 de outubro, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a prorrogação do horário de votação até às 19h, em todas as seções do país.
“Considerando a gravidade dos fatos narrados, que chegaram ao conhecimento do Supremo Tribunal Federal em 16:32:49, da data de hoje, e diante da urgência evidente na medida, determino prorrogação por duas horas, até às 19h, horário de Brasília, do encerramento do recebimento dos votos em todas as seções de todo o Brasil, cabendo ao TSE dar cumprimento”, determinou o ministro.
Portanto, devido à decisão, a totalização dos votos, que já tinha sido iniciada, foi paralisada.
Pedido dos candidatos
Os dois concorrentes ao cargo de Presidente da República solicitaram a prorrogação da votação em diferentes regiões do País.
A campanha do candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que prorrogasse por duas horas o horário de votação, marcada para encerrar às 17h, em municípios de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul atingidos por fortes chuvas.
A campanha pediu que a extensão fosse aplicada em:
- Minas Gerais: Belo Horizonte, Poços de Caldas e municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte que tenham locais de votação sem energia elétrica;
- Rio Grande do Sul: São Borja, Itaqui e Uruguaiana, atingidas por chuvas e pela cheia do rio Uruguai.
Já coligação de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou uma petição com pedido de liminar de urgência, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no STF, solicitando a prorrogação do horário de encerramento da votação até as 19h, em municípios atingidos por problemas no transporte público.
A medida abrangia pelo menos nove estados: São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Roraima, Piauí, Paraíba, Pará, Paraná e Rio de Janeiro. A decisão do ministro Zanin abrange todos os estados do Brasil.
Com informações de Portal G1