Contra-ataque

Contra-Ataque

OrgulhoO tema da minha coluna esta semana, não poderia ser outro. O Brasil está dando um “chocolate” nas Paralimpíadas de Londres, e isso é inegável. Na terça-feira, nossos paratletas já superaram a marca de medalhas conquistadas nas Olimpíadas, há um mês. Em se tratando do Paradesporto, o Brasil está bem…

1 de junho de 2015

Orgulho
O tema da minha coluna esta semana, não poderia ser outro. O Brasil está dando um “chocolate” nas Paralimpíadas de Londres, e isso é inegável. Na terça-feira, nossos paratletas já superaram a marca de medalhas conquistadas nas Olimpíadas, há um mês. Em se tratando do Paradesporto, o Brasil está bem servido e nos enchendo de orgulho.

Orgulho I
Até o fechamento da edição, os ouros brasileiros vieram quase todos da natação e do atletismo. Quase, porque um deles foi mais dos que especial. Eliseu dos Santos e Dirceu Pinto conquistaram o 1º lugar em uma modalidade bastante conhecida em nossa cidade: a Bocha Paralímpica, categoria BC4 (dupla). A final, contra os tchecos Leos Lacina e Radek Prochazka, foi mais equilibrada que o esperado. Na fase de grupos, os brasileiros haviam vencido os europeus por 9 a 0. Desta vez, o resultado foi apertado: 5 a 3. Este medalha, com certeza, servirá de estímulo para os praticantes da modalidade em Pomerode, uma vez que o trabalho realizado pela Apodef tem rendido bons frutos. Quem sabe, não teremos um campeão olímpico genuinamente pomerodense.

Orgulho II
Apesar de não ter conquistado medalhas, a participação de Carlos Garletti em Londres, pelo Tiro Esportivo, foi muito positiva, uma vez que ele representou as cores de nosso município, mesmo não sendo natural daqui. Parabéns e que ele continue com este belo trabalho em prol do paradesporto.

Orgulho III
Outro paratleta que já estampou as páginas do Jornal de Pomerode e que fez um bom papel em Londres foi o atleta de Itajaí, Flávio Reitz. Estreando em competições internacionais, ele participou da final da modalidade, terminando em quinto lugar no Salto em Altura, com a marca de 1,68, a melhor da sua vida. Vítima de um tumor no fêmur aos 16 anos, o paratleta descobriu a modalidade há um ano e meio, tendo inclusive, dado seus primeiros saltos em Pomerode, com o técnico Dilnei Marcelino. Um exemplo de superação e vontade de vencer, assim como todos que estão em Londres, representando, de forma contundente, as cores brasileiras.

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