Contra-Ataque
Seleção Brasileira para os brasileirosUm time de futebol não deixa de ser um patrimônio de um grupo de pessoas, certo? Então porque a CBF insiste em colocar nosso maior “tesouro”, em termos futebolísticos, nas mãos de estrangeiros? Falo isso porque saiu na mídia, essa semana, que a entidade máxima do…
Seleção Brasileira para os brasileiros
Um time de futebol não deixa de ser um patrimônio de um grupo de pessoas, certo? Então porque a CBF insiste em colocar nosso maior “tesouro”, em termos futebolísticos, nas mãos de estrangeiros? Falo isso porque saiu na mídia, essa semana, que a entidade máxima do futebol renovou o contrato com a International Sports Events (ISE), empresa da Arábia Saudita, com sede nas Ilhas Cayman, para que ela continue com o direito de organizar jogos da Seleção até a Copa de 2022, no Catar. Ou seja: o Brasil está “preso” por mais 10 anos, a uma empresa que vai organizar amistosos com quem quiser, onde quiser. E o povo brasileiro que se contente em assistir o Brasil pela TV. E tem mais: quem vai cuidar do marketing da Seleção, a partir de agora, é a empresa inglesa de marketing esportivo Pitch Internacional, que substituirá a suíça Kentaro, também até 2022. Será que aqui no nosso país não existe ninguém competente o suficiente para abraçar esta causa? Volto a insistir: a Copa de 2014 está aí e será no quintal de nossa casa. Com todos estes acontecimentos, estamos fadados a passar por mais um vexame em terras brasileiras, assim como já aconteceu em 1950. Só que naquela época, perdemos para o nosso excesso de confiança. Hoje, perderíamos para o excesso de incompetência daqueles que comandam o futebol brasileiro. Depois questionam porque estamos na 13ª colocação do ranking da Fifa, a pior de todos os tempos…
O maior da Libertadores
Para você, leitor desta coluna, quem foi o maior jogador brasileiro em Libertadores? Segundo 77,6% dos internautas que votaram em uma enquete no portal Pasión Libertadores, dedicado exclusivamente à competição e chancelado pela Conmebol, o posto cabe a Rogério Ceni. O goleiro são-paulino, campeão em 1993 e 2005, deixou para trás (e muito), nada menos do que outros dois “monstros sagrados” do futebol brasileiro: Pelé (18,2%), que se tornou bicampeão em 1962 e 1963, pelo Santos, e Zico (4,2%), vencedor em 1981 com o Flamengo. E você, também concorda com esse resultado? Opine!