Contra-Ataque
ReflexãoUma coisa interessante está acontecendo com o Brasil nas Olimpíadas de Londres. Esportes e/ou atletas que eram tidos como “barbadas” para conquistar a medalha de ouro, andam decepcionando. É o caso de Cesar Cielo (que ficou com o bronze nos 50m livre), Maureen Maggi, Fabiana Murer e Diego Hypólito (que…
Reflexão
Uma coisa interessante está acontecendo com o Brasil nas Olimpíadas de Londres. Esportes e/ou atletas que eram tidos como “barbadas” para conquistar a medalha de ouro, andam decepcionando. É o caso de Cesar Cielo (que ficou com o bronze nos 50m livre), Maureen Maggi, Fabiana Murer e Diego Hypólito (que nem sequer se classificaram para as finais de suas respectivas modalidades), além do futebol feminino. Não sei se foi a pressão exercida pelos torcedores ou pela mídia, mas o fato é que eles decepcionaram – no caso de Hypólito, de novo. Será que no Brasil eles terão como recuperar-se e evitar um fiasco no quintal de casa?
Reflexão I
Entretanto, em esportes que não são muito badalados, as medalhas vieram. Posso citar o caso de Thiago Pereira, que tirou de si o rótulo de “Mr. Pan” e foi prata nos 400m medley, vencendo ninguém menos que Michael Phelps. Há o caso do boxe que, até o fechamento da edição, tinha garantido, ao menos, dois bronzes (inéditos). E como não falar de Arthur Zanetti, que conquistou o primeiro ouro do Brasil na ginástica artística. E tem também o futebol masculino, que vai a busca da tão sonhada medalha de ouro.
Reflexão II
Este “fenômeno” nos faz refletir: a Olimpíada de 2016 está aí e está mais do que na hora de o Brasil começar a investir em esportes menos “badalados” e que são mais acessíveis à maioria dos mortais. E este trabalho deve-se começar pelas categorias de base, pois como diz o ditado “craque se faz em casa”. E afinal, em casa, não vamos querer fazer feio, não é?