Contra-Ataque
Amados e odiadosOs gandulas “roubaram” a cena neste fim de semana, em dois jogos decisivos. No Rio Grande do Sul, Luxemburgo perdeu a cabeça com um deles, na final da Taça Farroupilha. A confusão aconteceu aos 22 minutos do segundo tempo. Em um escanteio, o profissional do Inter colocou a…
Amados e odiados
Os gandulas “roubaram” a cena neste fim de semana, em dois jogos decisivos. No Rio Grande do Sul, Luxemburgo perdeu a cabeça com um deles, na final da Taça Farroupilha. A confusão aconteceu aos 22 minutos do segundo tempo. Em um escanteio, o profissional do Inter colocou a bola rápida para Dátolo fazer a cobrança. No entanto, a jogada estava parada pelo árbitro. Luxa perdeu a cabeça, foi para cima do repositor de bolas e começou uma grande confusão. Segundo o treinador gremista, “não se pode admitir que haja participação de uma pessoa estranha no campo de jogo. Infelizmente, isso acabou ocorrendo algumas vezes e no calor do jogo, reagi de uma maneira mais forte”, reclamou. Já no Rio de Janeiro, o primeiro gol do Botafogo contou com a “colaboração” da gandula Fernanda Maia. No lance, a professora de educação física repôs a bola com rapidez para Maicosuel após lateral para o Botafogo. O meia cobrou para Márcio Azevedo, que, pegando a defesa do Vasco desprevenida, cruzou para Loco Abreu abrir o placar. Ela garante que se todos os times aproveitassem essa rapidez, poderiam acontecer mais jogadas como essa. Falou e disse, minha linda!!!
Peixe
Me pediram, então vou falar. Quando quer, o menino sabe resolver! Neymar deitou e rolou para cima do São Paulo, na semifinal do Paulistão, classificando o time da Vila Belmiro para sua quarta final consecutiva, marcando nada menos que três gols. Suas atuações, cada vez melhores, podem ajudar o Brasil nos próximos grandes desafios: Olimpíada e Copa do Mundo. Se repetir o bom futebol praticado no Santos, tem grandes chances de ser o craque das duas competições.
18 anos
Lembro-me bem daquele dia. Deixei de subir o Morro Azul com o Grupo de Jovens da Paróquia São Ludgero, para poder assistir a corrida. Estupefato, vi a Williams passar reto na curva Tamburello e chocar-se em um muro de concreto. Naquele momento, o Brasil perdia um de seus maiores ídolos no esporte. Após 18 anos, o desaparecimento de Ayrton Senna ainda comove, desde os mais velhos até aqueles que não puderam acompanhar o seu talento dentro das pistas. Mesmo tentando encontrar uma ponta de esperança, atualmente em seu sobrinho, vai demorar para que nossas manhãs de domingo voltem a ter alegrias, pelo menos na Fórmula 1.