Contra-ataque

Contra-Ataque

Mais uma do “baixinho”“O Brasil vai passar vergonha”. Essa foi mais uma declaração do Deputado Federal Romário, referente à organização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. A frase, dita à Revista Rolling Stone, ataca a atuação do governo e da Fifa nas preparações para o torneio. Além disso,…

1 de junho de 2015

Mais uma do “baixinho”
“O Brasil vai passar vergonha”. Essa foi mais uma declaração do Deputado Federal Romário, referente à organização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. A frase, dita à Revista Rolling Stone, ataca a atuação do governo e da Fifa nas preparações para o torneio. Além disso, o “baixinho” também alfinetou Ronaldo, hoje membro do Comitê Organizador Local (COL) do Mundial, dizendo que o ex-jogador do Corinthians cogitou assumir a presidência da CBF, mas só depois do Mundial. “Assim é fácil”, teria dito o deputado, que ainda afirmou “que ganhou credibilidade de quem achou que ele seria mais um bobalhão que entrou na política para defender causas perdidas ou roubar”.

Opinião
Muita gente está criticando a decisão do TJD em punir o zagueiro Souza, da Chapecoense, com o mesmo tempo de recuperação do atacante Héber, do Figueirense. Tanto que, o jogador já conseguiu um efeito suspensivo e vai poder atuar no domingo. Muitos dizem que não houve intenção de machucar, portanto, não haveria razão de punição. Eu acho o seguinte: enquanto não houver uma mudança profunda no futebol brasileiro, situações como essa continuarão existindo. Tanto na parte organizacional, quanto na parte técnica (o futebol em si). A renúncia de Ricardo Teixeira anunciou novos tempos, no entanto, por agora, não haverá grandes reviravoltas. E dentro de campo, os chamados “carniceiros” têm que ser banidos. Houve intenção sim, pois a força foi desproporcional neste lance. Ninguém tem o direito de colocar em risco a integridade física de um colega de trabalho, seja qual for a sua profissão. Por isso, sou a favor deste tipo de punição, sim. Somente desta maneira, o futebol vai voltar a ser moralizado . Dentro e fora das quatro linhas.

Cegueta
Três metros. Essa era a distância aproximada que estava Paulo Henrique Ganso atrás do zagueiro, no momento do chute de Elano, que explodiu no poste e voltou para o camisa 10 bater de primeira para o fundo das redes. Só que a arbitragem invalidou o gol, que seria o de empate do Santos, contra o São Caetano, alegando impedimento. Ainda bem que o assistente Leandro Almeida dos Santos foi afastado, após análise da Federação Paulista por meio das câmeras de televisão. A entidade destacou ainda que Leandro irá passar por treinamento e será utilizado em campeonatos de divisões inferiores. Tá precisando!!!

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