Especiais

Você sabe qual o papel do Incade?

Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 Ações que promovam o desenvolvimento empresarial são importantes, mas nem sempre acessíveis. No mercado, cada empresa busca seu crescimento em meio ao turbilhão da competitividade. Para dar apoio aos empresários em meio aos processos gerenciais é que foi criado o…

5 de novembro de 2013

Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4

Ações que promovam o desenvolvimento empresarial são importantes, mas nem sempre acessíveis. No mercado, cada empresa busca seu crescimento em meio ao turbilhão da competitividade. Para dar apoio aos empresários em meio aos processos gerenciais é que foi criado o Instituto Catarinense de Desenvolvimento e Defesa Empresarial (Incade). Mas você entende que atividades esta instituição catarinense pode fazer? O presidente do Incade, o advogado e professor Pedro Cascaes Neto, explica como é a atuação da instituição e quais os benefícios que ela traz para empresas de Santa Catarina.

 

Que trabalho o Incade desenvolve?

Pedro Cascaes Neto: O objetivo do trabalho é buscar e promover o desenvolvimento das empresas catarinenses. Sempre trabalhando para a construção de um ambiente que incentive a expansão dos negócios e promova o crescimento econômico, tudo com vistas a sustentabilidade e conservação do bem estar social.

 

Existe só aqui em Blumenau?

Pedro Cascaes Neto: A sede é em Blumenau, mas atuamos com empresas e profissionais de todo Estado.

 

O Incade é uma associação de interesse privado, sem fins econômicos, de caráter organizacional. O que isso representa?

Pedro Cascaes Neto: O Incade é uma Oscip, Organizacao da Sociedade Civil de Interesse Público. Este é um título outorgado pelo Ministério da Justiça após uma rigorosa análise da entidade e de seus dirigentes. Trabalhamos sem fins lucrativos, e sem qualquer vinculação político-partidária. Não temos também qualquer subordinação ou ingerência do poder público. Enfim, o Incade trabalha de forma livre e autônoma, sempre comprometida e submetida ao seu grande objetivo de defender e desenvolver a iniciativa privada e os conceitos de empresarialidade.

 

Como o Incade beneficia a economia catarinense e as empresas do Estado?

Pedro Cascaes Neto:  Um dos nossos objetivos é promover a defesa empresarial. Trabalhando em prol disso em 2012 o Incade recebeu ganho de causa no Tribunal Regional Federal da 4° Região contra a União Federal no qual os associados do Incade ficaram desobrigados ao pagamento de contribuições previdenciárias sobre as verbas indenizatórias pagas aos seus empregados. Ainda encampamos a campanha e demandas junto ao Poder Judiciário do Trabalho e junto ao CNJ, para que fosse excluído o Serasa Trabalhista, por considerarmos sua instituição ilegal e inconstitucional, medida esta que logramos êxito. Também promovemos palestras com profissionais de gabarito nacional e eventos como a 1ª Conferência Nacional Direito e Empresa que visam promover o desenvolvimento empresarial.

 

Empresas de qual segmento podem se associar ao Incade?

Pedro Cascaes Neto: Na verdade todo tipo de empresas e profissionais que tenham como objetivo os mesmos nortes que o Incade prega. Que estejam dispostas a empunhar a bandeira da liberdade de atuação dos mercados, com vistas à preservação e valorização da empresarialidade, da livre iniciativa.

 

Além de beneficiar empresas catarinenses, a sociedade em geral também é beneficiada de alguma forma?

Pedro Cascaes Neto: Sim, com certeza. Temos promoções para aprimorar o trabalho da iniciativa privada, e assim, beneficiar a sociedade como um todo.

 

O que vocês esperaram com a Conferência Nacional Direito e Empresa?

Pedro Cascaes Neto: Esperamos fomentar o debate e estabelecer diálogos entre os estudiosos e profissionais do direito empresarial, além da troca de experiências entre todos os envolvidos no evento, estudando e debatendo os cenários e perspectivas do direito aplicado às empresas. Temos a clara pretensão de estimular a comunidade acadêmica e empresarial da importância desta temática, bem como de que o direito não deve ser guardado a uma elite de juristas, mas compartilhado com o seu objeto de estudo, que são os próprios empreendedores.

 

Fonte: Oficina das palavras

Notícias relacionadas