Aos 4 anos, menino de Pomerode troca telas pela roça e acompanha o opa no trato dos animais
Heitor Alwin Glatz gosta de andar de tobata, alimentar os animais e ajudar o avô no preparo do melado; a relação com o campo encanta familiares e amigos
Foto: Arquivo Pessoal
Neste Dia das Crianças, a história de Heitor Alwin Glatz, de 4 anos, mostra que a infância pode ser cheia de descobertas longe das telas. Em Pomerode, o menino encontra diversão na roça, no contato com os animais e nos momentos ao lado do opa, como é chamado o avô em alemão.

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Heitor completou quatro anos no dia 30 de setembro e até a festa de aniversário teve tema de fazendinha, inspirado em um dos seus maiores interesses. Segundo a mãe, ele é corajoso, explorador e divertido, características que também lembram a personalidade do avô.
- Foto: Arquivo Pessoal
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Desde pequeno, o menino gosta de visitar a casa do opa, oma e bisavó. Quando chega a hora de ir para a roça, quer acompanhar o avô, observar o preparo do trato, ver as vacas e os bois e andar de tobata, sempre com um adulto por perto e em condições adequadas de segurança.

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A relação entre os dois também é marcada pelas brincadeiras e piadas que fazem juntos. Para Heitor, acompanhar o opa não é apenas um passeio, mas uma oportunidade de descobrir coisas novas e participar da rotina da família.

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Uma bezerrinha chamada Manette
A paixão pelo campo também ganhou uma nova integrante: uma bezerrinha chamada Manette.

Foto: Arquivo Pessoal
A família já tem algumas vacas e decidiu buscar uma mascote para a propriedade. Embora a ideia inicial não tenha surgido por causa de Heitor, ele adorou a novidade e acompanhou a busca pelo animal.
A bezerrinha foi transportada na Saveiro do avô, que o menino chama de camionete. Foi dessa associação que surgiu o nome Manette, escolhido por Heitor e mantido pela família, mesmo sem todos entenderem exatamente como ele chegou a essa escolha.

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Além de acompanhar os cuidados com os animais, o menino gosta de observar o opa preparando melado e musse para o consumo da família. E, quando o assunto é provar o resultado, tem um favorito: pão com melado.

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Pequenas experiências que viram grandes memórias
O jeito explorador de Heitor chama a atenção de familiares e amigos, que frequentemente comentam seu interesse pela roça e sua vontade de ajudar o avô nas atividades do campo.

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A mãe decidiu compartilhar a história justamente por perceber que, mesmo em uma época em que a tecnologia está tão presente na infância, o filho encontra alegria nas experiências simples: explorar a propriedade, conhecer os animais e acompanhar o trabalho do opa.

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Neste Dia das Crianças, a história de Heitor lembra que as descobertas da infância podem estar nas pequenas coisas. Entre passeios de tobata, brincadeiras com o avô e pão com melado, ele constrói memórias que aproximam gerações e mantêm vivas as tradições da família.
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