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No mesmo dia do aniversário da cidade

Pomerodense nasceu no dia 21 de janeiro de 1959, mesma data da emancipação político-administrativa do município

21 de janeiro de 2021

O dia 21 de janeiro de 1959 se tornou histórico para Pomerode, já que esta data simboliza a sua emancipação político-administrativa. Neste ano de 2021, a cidade mais alemã do Brasil completa 62 anos. E, neste mesmo dia, no bairro Ribeirão Souto, nascia Haroldo Betta, que veio ao mundo justamente na mesma data em que se comemora o aniversário do município.

Casado com Arlete Krueger e com apenas um filho, Matheus Betta, hoje, o aposentado mora em Testo Central e já reside no bairro há cerca de 21 anos. Seu Haroldo trabalhou na indústria em grande parte de sua vida, porém, nunca abandonou o seu lado “colono”, já que desde criança, teve contato com a agricultura e, hoje em dia, em suas horas vagas, passa o seu tempo cuidando de sua horta, no quintal de sua casa. Ainda, Haroldo também presta serviço como jardineiro. Outro amor que o pomerodense tem é pelo seu Fusca, veículo este que cuida com muito carinho, desde a década de 1990.

“Eu não consigo ficar parado! Trabalhei por muito tempo na Bauplás e, depois que saí de lá, não me sentia confortável em apenas ficar em casa, sem fazer nada. Portanto, sou um prestador de serviço no ramo da jardinagem e isso também me mantém ativo. Gosto muito de trabalhar”, comenta.


Ele mostra a identidade, com o registro da data de nascimento (Foto: Raphael Carrasco)

Seu Haroldo viu de perto o desenvolvimento da cidade. De acordo com o aposentado, a cultura ainda é muito bem preservada e destaca o crescimento do município

“Eu acho que Pomerode preserva muito sua cultura. E a cidade mudou muito, principalmente nas ruas, que ao longo desses 62 anos, foram recebendo asfalto ou paralelepípedos e tudo ficou com uma cara nova. Os serviços de Pomerode são muito bons, como o trabalho do Corpo de Bombeiros, Samu e Polícia Militar e, também, das unidades de saúde, que nos trazem segurança e saúde”, comenta.

Seu Haroldo é um fã de carteirinha da Festa Pomerana. Ele participa desde as primeiras edições do evento e comenta que sente falta da realização da festividade neste ano, já que a mesma teve que ser cancelada, por conta da pandemia da Covid-19.

“Eu amo ir para a Festa Pomerana. É muito bom poder dançar, se divertir e curtir o que é nosso, da nossa cultura. É uma pena que esse ano não teve, mas é por um motivo de preservar nossa saúde. Espero que ano que vem, tudo possa voltar ao normal e que possamos curtir novamente a festa”, finaliza. 

 

 

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