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Manual para alerta de desastres envolvendo movimento de massas será elaborado em SC

A 3ª reunião técnica no Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres (Cemaden) foi realizada em Brasília, entre os dias 12 e 14 de agosto. A temática envolveu os sistemas de monitoramento e alertas de desastres de movimentos de massa. Representando a Defesa Civil de Santa Catarina participou da…

20 de agosto de 2014

A 3ª reunião técnica no Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres (Cemaden) foi realizada em Brasília, entre os dias 12 e 14 de agosto. A temática envolveu os sistemas de monitoramento e alertas de desastres de movimentos de massa. Representando a Defesa Civil de Santa Catarina participou da reunião o gerente de monitoramento e Alerta, Frederico Rudorff.

Estas reuniões técnicas fazem parte do Projeto de Fortalecimento da Estratégia Nacional de Gestão Integrada de Risco em Desastres Naturais no Brasil (GIDES) que conta com a participação de três municípios pilotos, frisou.

As cidades são: Blumenau, Teresópolis e Nova Friburgo. Além de SC e Rio de Janeiro, estão envolvidos os Ministério da Integração Nacional, da Ciência e Tecnologia e das Cidades e diversas instituições federais, estaduais e municipais, como o Instituto de Pesquisas Tecnológicas, Serviço Geológico do Brasil e do Rio de Janeiro, Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres, Cemaden, AlertaBlu.

A escolha de Blumenau como uma das cidades piloto e a participação de SC neste projeto ocorre em um momento muito favorável. Segundo Rudorff, o Estado está realizando investimentos significativos na estruturação de um sistema de monitoramento e alerta e será possível estender as iniciativas do projeto aos demais municípios catarinenses.

Nas reuniões foram discutidas metodologias para a elaboração de limiares de chuva para a ocorrência de deslizamentos, a integração de dados e informações e a elaboração de um Manual e Diretrizes Técnicas para Sistemas de Alerta de Desastres de Movimentos de Massa.

O projeto terá duração de quatro anos. No entanto, a expectativa é que em 2015, o Manual de Diretrizes e Técnicas seja concluído. A ferramenta é fundamental para atuação em casos de ocorrências climáticas.

A estruturação de sistemas de alerta de deslizamentos não é fácil devido à dificuldade de antecipar as possíveis ocorrências. A definição de limiares de chuva para alertas, articulada com planos de contingência dos municípios e das comunidades de risco, pretende reduzir as perdas de vidas durante desastres.

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