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Livro conta o caso de um jovem assassinado com pão de trigo

Hélio Rosa ingressou no Ministério Público em novembro de 1944, na Comarca de Urussanga. Em 1945, foi promovido à Comarca de Palhoça, na qual, cinco anos depois, se deparou com o caso de um jovem assassinado. A investigação apurou que o rapaz havia sido agredido com um pão de trigo,…

13 de abril de 2012

Hélio Rosa ingressou no Ministério Público em novembro de 1944, na Comarca de Urussanga. Em 1945, foi promovido à Comarca de Palhoça, na qual, cinco anos depois, se deparou com o caso de um jovem assassinado. A investigação apurou que o rapaz havia sido agredido com um pão de trigo, o que lhe provocara traumatismo craniano. Os acusados estavam prestes a serem absolvidos e a Promotoria teve de enfrentar motivações políticas, privilégios e ameaças de morte para dar prosseguimento ao processo.

 

O rapaz preso, acusado de assassinar o jovem com uma “pãozada”, era filho de família rica da região. Na delegacia, ele recebia a visita de sua noiva, privilégio concedido pelo delegado, de quem era amigo. O delegado colocava os outros detentos em uma única cela e deixava o casal sozinho. Além disso, o júri estava todo comprometido com a absolvição do réu. O Promotor Público* Helio Rosa descobriu as artimanhas e o rumo do processo seguiu para um final inesperado.

 

Acompanhe a íntegra dessa história acessando o link do livro Histórias de Vida, no Portal do MPSC.

 

http://portal.mp.sc.gov.br/portal/conteudo/historias_vida_web.pdf

 

O primeiro volume da série traz essa e outras histórias marcantes de nove Procuradores-Gerais de Justiça e do funcionário mais antigo da Instituição. O próximo volume será lançado até o final do primeiro semestre de 2012 e trará as histórias dos Promotores de Justiça com atuação no MPSC até a década de 1970.

 

*Promotor Público era designação para o cargo até o ano de 1981. Desde então a função passou a denominar-se Promotor de Justiça.

 

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC

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