Indaial confirma a morte de macaco por febre amarela
O primata foi encontrado em janeiro deste ano, no bairro Encano do Norte
A Vigilância Epidemiológica de Indaial confirmou no início desta semana o primeiro caso do ano de macaco morto no Município por febre amarela. O animal foi encontrado em janeiro, no bairro Encano do Norte, com suspeita da doença.
“Quando identificamos o primata ele ainda estava doente, com sintomas parecidos de febre amarela. Encaminhamos o material para análise e agora em fevereiro tivemos o resultado. Nesse período o animal veio a óbito”, explica a enfermeira e coordenadora da Vigilância, Sabrina de Vargas Souza.
Além do caso identificado no bairro Encano do Norte, a Vigilância tem contabilizado em 2020 outros cinco macacos com suspeita de febre amarela: um no bairro Warnow e um no bairro Polaquia – ambos sem possibilidade de análise por já estarem mortos e em certo estado de decomposição; um no bairro Sol – encontrado doente, foi feita análise com resultado negativo para a doença; um no bairro Encano central – doente, o material irá para análise; e um no bairro Estrada das Areias – encontrado morto, mas por ser recente o material foi para análise e é aguardado o resultado.
Ainda de acordo com a Vigilância, em 2019 também foi identificado um macaco morto por febre amarela, no bairro Sol.
A febre amarela é uma doença infecciosa transmitida por mosquitos que vivem principalmente na mata pela presença de animais silvestres. A ocorrência de animais doentes ou mortos, especialmente macacos, indica que a doença pode estar presente e que há risco das pessoas também adquirirem a febre amarela. Vale esclarecer que os macacos não transmitem essa doença para o homem, na verdade eles são os primeiros a adoecer, por isso alertam os órgãos de saúde do perigo.
Em Indaial, a preservação e o monitoramento dos primatas é realizado de forma integrada pela Vigilância Epidemiológica e pelo Projeto Bugio. Caso um macaco morto ou doente seja encontrado, a recomendação é avisar a Vigilância Epidemiológica (3317-2100) ou entrar em contato com o Projeto Bugio (3333-3878).
Com informações do Café Impresso.
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