Saúde

Gripe H1N1 em crianças

O Ministério da Saúde disponibiliza a vacina gratuitamente nos postos de saúde, para crianças entre seis meses e dois anos.

1 de junho de 2015

O Ministério da Saúde disponibiliza a vacina gratuitamente nos postos de saúde, para crianças entre seis meses e dois anos. Além da imunização, pela vacina, medidas simples de higiene pessoal, como lavar as mãos com frequência, e especialmente, antes das refeições, podem ajudar a evitar a gripe H1N1 e a gripe comum, ou pelo menos a sua disseminação.
Outros cuidados também podem ser tomados para evitar a contaminação das crianças. Lave bem as suas mãos com água corrente e sabão antes de lidar com o bebê. Evite circular com crianças pequenas em ambientes de grande aglomeração de pessoas nas áreas afetadas pela doença, e mantenha a criança longe de pessoas gripadas em geral.
Se houver alguém com suspeita de gripe suína na sua família, procure um médico e siga as orientações. Não mande uma criança com suspeita de gripe H1N1 para a escola. Cubra o nariz e a boca com papel higiênico ou lenço de papel ao espirrar ou tossir e depois jogue-o fora.
Mantenha seu filho bem alimentado e bem hidratado, pois assim, ele conseguirá combater melhor a doença, se por acaso a pegar. Fique de olho e, em caso de surgir febre, junto com tosse ou qualquer outro sintoma, procure atendimento médico.
Caso haja um caso de H1N1 próximo ao seu filho, e ele tenha algum problema crônico de saúde ou for sensível a infecções, avise o médico mesmo antes de surgirem os sintomas. Mantenha-o longe de aglomerações e capriche na amamentação. Mães com H1N1 podem continuar amamentando o bebê, porque o leite materno ajudará a criança a combater o vírus. Ela pode usar uma máscara enquanto dá o peito, dependendo da orientação médica. Os medicamentos antivirais eventualmente usados no tratamento parecem ser seguros para o bebê, mas é melhor perguntar para o médico que está cuidando do caso. Caso a criança esteja com a gripe H1N1, a amamentação é positiva, porque o leite materno a mantém hidratada e é mais fácil de digerir. Além disso, mesmo que a mãe não esteja doente, pode ter desenvolvido anticorpos contra o vírus, que vão ajudar a criança a combatê-lo.
Quanto mais novo o bebê, maior é o nível de cuidados e atenção para que a doença não se complique. Procure deixar sua casa e o quarto bem ventilados, com janelas abertas para o ar circular. Lembre-se, a partir do surgimento dos sintomas, a pessoa fica contagiosa por até uma semana. Esse período pode ser maior no caso de crianças bem pequenas. Por isso o melhor é deixar seu filho em casa até obter o sinal verde do médico.

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