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Comemoração dupla

Casal de bombeiro pomerodense comemora primeiro ano do
filho no dia 02 de julho, dia nacional do bombeiro

8 de julho de 2016

Após sete anos de tratamentos médicos para conseguir engravidar, Elci Santos Freitas recebeu a confirmação da gravidez através de exames de farmácia e sangue. A data é lembrada com exatidão: 07 de novembro de 2014.

Elci é casada com Cleiton Freitas. O casal se conheceu quando Cleiton efetuou atendimento como bombeiro voluntário. “Não sei te dizer se foi amor à primeira vista, mas sempre quis conhecê-lo melhor. Então fui à corporação para vê-lo, mas isso não aconteceu. Fiz o curso por paixão à profissão e, cerca de um mês depois, nos deparamos no Encontro de Motos”, explica.

Bombeiros formados, o casal namorou, casou e, então engravidou. Caio Henrique nasceu no ano passado, justamente no dia 02 de julho, quando comemora-se o Dia Nacional do Bombeiro.

A data não foi escolhida a dedo, mas o destino quis que assim o fosse. “O nascimento estava programado entre os dias 25 de junho e 08 de julho. No entanto, como ele estava muito grande e eu com pouco líquido na placenta, o médico estipulou o dia 02 como máximo para o parto. E foi então que no Dia do Bombeiro, através de cesárea, Caio veio ao mundo na hora exata, pois estava com o cordão envolto em seu pescoço”, explica a mãe.

E para celebrar o primeiro aniversário do pequeno, uma festa temática foi preparada. O assunto não seria diferente: Bombeiros. “Além de coincidir com a data de seu nascimento, o tema foi escolhido porque era de nossa vontade. Por enquanto podemos escolher, mais adiante ele terá suas próprias vontades. Tudo ocorreu bem e foi lindo”, frisam.

Elci e Cleiton seguem atuando na Corporação. Ele, de forma mais ativa. Ela, retorna neste mês. “Estava em licença maternidade. E confesso que conciliar tudo é mais difícil. Agora, após o término do meu curso de técnico em enfermagem, vou voltar à corporação.”, afirma Elci.

Coincidência ou não, por conta da data, a farda sempre estará presente em sua vida. Para os pais, o desejo que ele seja bombeiro já existe. “Amamos a profissão, seus padrinhos são bombeiros, somos uma grande família. Caio está presente na corporação constantemente e almejamos que ele seja bombeiro quando crescer, não apenas por amor à farda, mas pelos ensinamentos que a profissão proporciona”, completam.

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Foto: Divulgação

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