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A paixão por carros antigos, em família

Pomerodenses amantes de carros antigos passam o amor por veículos ao filho, de dois anos de idade

26 de setembro de 2021

Um hobby que já demonstra estar passando para a próxima geração da família. Amantes de veículos antigos, Johan Kamchen e a esposa, Cláudia Dallmann, levam ao filho Piter Kamchen, a paixão por carros, em especial, os de outras épocas.

Johan conta que o amor por carros antigos começou desde cedo, já que seu pai também era um amante por automóveis. Seu primeiro carro, foi um Ford Landau, do ano de 1977. Com o tempo, ele passou a investir o seu tempo no hobby de ter uma pequena coleção de carros antigos, em sua casa. Atualmente, a família possui uma Brasília 1977, uma Caravan 1992 e uma Kombi, o xodó dos três pomerodenses.

A Kombi está passando por um processo de restauração, já que a família tem ideia de utilizar a mesma para os passeios e acampamentos, além dos encontros de carros antigos, dos quais, sempre estão participando. Kamchen conta que, no dia a dia, prefere dirigir os veículos antigos do que os atuais.

 

 

“Eu gosto de manter essa tradição da minha família, em gostar de carros, principalmente, os antigos. Eu, quando dirijo no dia a dia, prefiro andar com um carro mais velho do que um novo. Nesse tempo, tive Fusca, Kombi, e agora, estou com a Brasília e a Caravan”, comenta.

Agora, o filho de dois anos, já mostra que também gosta de carros. Isto, já é bem evidente em seu “carrinho de bebê” que é no formato de uma Kombi. O pai comenta que seu filho sempre se anima quando está passeando com a família, principalmente, com a Brasília.

“Ele ama o carrinho no formato da Kombi. Isso é muito legal, tomara que ele continue essa paixão, que nem eu. Acredito que sim, pois ele ama passear com os nossos carros e creio que esse legado vai se continuar por alguns anos”, relata.

 

Além da Brasília e da Kombi, Johann possui uma Caravan. (Foto: Raphael Carrasco / Jornal de Pomerode)

 

Kamchen fala que ainda tem o desejo de ter, novamente, um Ford Landau, igual ao seu primeiro carro. 

“Se eu pudesse, compraria um Landau. Andei por pouco tempo com ele na época, cerca de um ano e meio. Infelizmente, ele teve problemas mecânicos e como não tinha muito dinheiro para mantê-lo, então, decidi vendê-lo. Eu me arrependo, pois queria ter muito ele, aqui na minha garagem. É um sonho, que talvez eu ainda consiga”, finaliza.

 

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