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União na vida pessoal e profissional

Na semana em que se celebra o dia do motorista, conheça um casal que atua na profissão

25 de julho de 2021

Uma homenagem  àqueles que trabalham com o “pé na estrada”, todos os dias. Em 25 de julho, comemora-se o dia do motorista, uma data para valorizar ainda mais os homens e mulheres que atuam na profissão, nos mais diversos ramos do transporte nacional. 

E, um casal pomerodense divide a rotina entre a vida pessoal com a profissional. José Eduardo da Luz e Carina Luiza Liesenberg da Luz, estão há cerca de dois anos juntos e atuam no ramo de serviços, com a própria empresa de guincho. 

Da Luz conta que conheceu a atual namorada em um estabelecimento de acessórios automotivos, porém, foi quando Carina precisou ter seu carro guinchado que a história dos dois começou a se formar.

“Começamos a nos conhecer através do serviço, que depois seria também a minha profissão. Depois, passamos a nos encontrar e conversar com mais frequência e, no fim das contas, entramos num relacionamento”, conta.


José e Carina dividem a rotina na vida pessoal e profissional  (Foto: Charles Perini)

Carina comenta que começou a gostar da profissão e resolveu sair de seu antigo emprego para se dedicar 100% junto ao companheiro. Agora, em toda solicitação de guincho, o casal divide as tarefas: um dirige em um dia e o outro auxilia na hora de guinchar o veículo.

“Hoje em dia, não fazemos nada sozinhos. Estamos sempre atuando juntos, todos os dias, faça chuva ou sol. E, isso também nos dá ainda mais segurança na hora do trabalho, pois confiamos no que estamos fazendo. Ela é uma parceira para todas as horas”, comenta Da Luz.

“É um serviço essencial. Tem muitas pessoas que acham que é fácil trabalhar com guincho, porém, temos que abrir mão do nosso fim de semana, feriados e não temos hora para sermos acionados. Nós não temos funcionários até o momento então, todo serviço que entra na Guinchos da Luz, é feito por nós e qualquer horário estamos à disposição da comunidade”, destaca. 

Daqui há uns dias, Carina também terá um caminhão à sua disposição, para que possa atuar de forma independente quando houver demanda. Atualmente, a empresa do casal conta apenas com um veículo. Ela conta que, quando começou na profissão, já ouviu comentários por ser uma mulher atuando no ramo.

“Já escutei algumas ‘gracinhas’ do tipo ‘mulher dirigindo caminhão é demais’, sempre tem uma coisinha ou outra, mas não podemos ligar para isto e devemos seguir com o que a gente gosta de fazer. Desde pequena sempre tive vontade de dirigir um caminhão e trabalhar ao lado dele é muito bom, pois ele é calmo e está sempre disposto a ajudar”, finaliza.

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