Companheirismo do lar, para o ofício
Irmãos atuam na mesma empresa e dividem a mesma sala, compartilhando o laço fraterno e as experiências laborais
“Quando chega o momento de iniciar suas atividades profissionais, o primeiro emprego, sempre bate uma insegurança, dessa forma, desde o início, foi muito importante contar com auxílio do irmão mais velho”. É assim que Luís Carlos Valle, 33 anos, analista projetista pleno da Netzsch, define a oportunidade de poder trabalhar na mesma empresa que o irmão mais velho, Carlos Eduardo Valle, de 38.
Carlos foi o primeiro a ingressar na Netzsch, em janeiro de 2001, trabalhando de manhã e estudando à tarde. Dois anos depois, o irmão mais novo também passou a fazer parte do quadro de funcionários da empresa, se revezando entre o trabalho e os estudos, da mesma forma. Ainda, além de atuarem na mesma empresa, ambos ainda compartilham o fato de este ser o local em que conquistaram o primeiro emprego.
O irmão mais velho começou atuando no setor de usinagem da Netzsch, trabalhando com várias máquinas e funções, por cinco anos. Depois, passou ao setor de planejamento, onde está há 15 anos, atuando como analista pleno. E aí está o terceiro fato em comum entre os irmãos, pois Luís também começou no setor de usinagem, onde permaneceu por cinco anos. Depois, passou ao setor de engenharia de produto, no qual atua há 13 anos.
E, como não poderia ser diferente, a influência para que Luís também escolhesse a Netzsch para trabalhar veio do irmão mais velho, Carlos. “Comecei na Netzsch através do Senai, um pouco antes que meu irmão e, alguns anos depois, ele entrou na empresa, da mesma forma. Talvez houve alguma influência, pois, na época, meu tio Adilson Sandri também trabalhava lá e sempre falou muito bem da empresa”, conta Carlos.
O mais velho relata que, há cerca de sete anos, os dois moravam juntos, com os pais, porém, seguiram os próprios caminhos quando foram morar, cada um, em sua residência. Portanto, de certa forma, segundo os irmãos, trabalhar na mesma empresa e na mesma sala, permite que os dois “morem” juntos novamente, em uma segunda casa, que é como consideram a Netzsch, em suas vidas, hoje. “Sempre desempenhamos tarefas com alguma ligação entre nós. Durante o período que trabalhávamos na usinagem, chegamos a operar a mesma máquina, em turnos diferentes. Atualmente, trabalhamos em setores distintos, porém, diretamente relacionados. Dessa forma, sempre contamos com o auxílio um do outro”, enaltece Luís.
O analista projetista pleno também comenta que, como com qualquer colega de trabalho, divergências podem ocorrer e são necessárias, na sua opinião. Para Luís, a partir do momento que conseguem alinhar as opiniões divergentes, caminham na mesma direção para a resolução de quaisquer obstáculos. “Em nossa funções, temos que interagir constantemente e, às vezes sim, temos opiniões diferentes. Mas, como profissionais, a decisão sempre deve ser tomada pensando no melhor para empresa”, acrescenta Carlos.
Os irmãos comentam, também, que o assunto “trabalho” aparece com frequência nas conversas em momentos de lazer, até porque, é um tema em que os dois têm vários pontos em comum. Eles afirmam que falam sobre as situações a serem resolvidas e vibram em conjunto com os bons resultados e notícias. No entanto, Carlos e Luís também buscam separar os dois momentos, o familiar e o laboral.
Por passarem boa parte de seu tempo juntos, além de serem irmãos, Carlos e Luís conhecem um ao outro como ninguém. E, por isso, sabem das potencialidades e aspectos a serem trabalhados, um no outro. “Acho meu irmão um cara focado em seus objetivos, responsável, encarando novos desafios como o de ser papai esse ano”, destaca Carlos, sobre Luís. “Meu irmão se destaca pela facilidade das suas relações interpessoais, sempre com leveza e descontração na sua maneira de ser, é uma pessoa muito querida entre os do seu convívio”, enaltece Luís, a respeito da personalidade do irmão mais velho.
Carlos também pondera que o trabalho junto ao irmão, sem dúvidas, aumentou ainda mais a afinidade entre os dois, permitindo que se conhecessem ainda melhor e aprendessem um com o outro. “Concordo com o Carlos, nesse ponto. Temos cinco anos de diferença de idade, dessa forma, nossos interesses eram divergentes. A partir da criação desse ponto em comum, nesse caso, o trabalho, ampliou-se nossa relação como um todo”, ressalta Luís.
“Queremos, nessa data comemorativa, parabenizar a todos os trabalhadores que, desempenhando suas atividades, colaboram para o crescimento do nosso País”, finalizam os irmãos.
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