Saúde

SC registra 100 mortes por gripes A e B em 2016

Estado tem 690 internações em hospitais pelas doenças este ano. Maioria das mortes foram registradas em Joinville e Blumenau

24 de agosto de 2016

Santa Catarina registrou 100 mortes por gripes A e B em 2016, segundo o boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) divulgado na noite de quinta-feira (11). O Estado teve 690 internações em hospitais por causa das doenças este ano.

Em relação às mortes, 98 foram por gripe A subtipo H1N1 e duas por gripe A. Das 100 vítimas, nove residiam em Joinville; sete em Blumenau; seis em Jaraguá  do  Sul; cinco em São José; quatro em Araranguá, Tubarão, Balneário Barra do Sul e Florianópolis; três em Guaramirim; duas em Brusque, Camboriú, Lages, Mafra, Mondaí, Paraíso, Praia Grande, Sombrio, Ibirama, Canelinha e uma em cada um dos seguintes municípios: Araquari, Braço do Norte, Bom Jardim da Serra, Campo Alegre, Canoinhas, Chapecó, Dionísio Cerqueira, Garuva, Içara, Indaial, Itajaí, Maracajá, Orleans, Penha, Nova Veneza, Rio do Sul, Rio dos Cedros, Rio Negrinho, Santiago do Sul, São Bento do Sul, São Lourenço do Oeste, Ponte Serrada, São Francisco do Sul, São Miguel do Oeste, São Martinho, Schroeder, Tijucas e Xanxerê.

Do total de 690 internações, 680 foram por gripe A, a H1N1, oito por gripe B e duas por gripe A com subtipo em investigação. Outros 175 casos de internação são analisados para identificar se foram causados por gripe A ou B.

Prevenção

•    Lavar sempre as mãos, principalmente após tossir e espirrar. Para lavar a mão, deve-se utilizar água e sabão ou, ainda, álcool 70%. Para utilizar o álcool, é importante não estar com as mãos visivelmente sujas;
•    Utilizar lenços descartáveis;
•    Deixar o ambiente sempre ventilado;
•    Cobrir boca e nariz sempre que espirrar ou tossir;
•    Não tocar na região dos olhos, nariz e boca sem que a mão esteja limpa;
•    Não compartilhar objetos de uso pessoal, como garrafas, copos e talheres;
•    Evitar contato com pessoa doente, evitando abraços, beijos e apertos de mão;
•    Evitar aglomerações em épocas em que o número de casos da doença for alto.

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