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Catarinenses estão comprando menos produtos pirateados

A constatação é de uma pesquisa da Fecomércio/SC divulgada nesta quinta-feira, durante uma reunião do Conselho
Estadual de Combate à Pirataria, em Florianópolis

4 de dezembro de 2015

O número de catarinenses que compram produtos pirateados está cada vez menor, de acordo com uma pesquisa da Fecomércio/SC divulgada nesta quinta-feira (3), durante um encontro do Conselho Estadual do Combate à Pirataria (Cecop), em Florianópolis. Dos 420 entrevistados na pesquisa, apenas 33% admitiram que consomem pirataria. No ano passado, foram 56%. O estudo foi realizado nas cidades de Florianópolis, Lages, Chapecó, Blumenau, Joinville, Criciúma e Itajaí.

“Ainda assim, o consumo de produtos falsificados é percebido em todas as classes sociais”, explicou o gerente de planejamento da federação, Renato Barcellos.

A falta de garantia é a principal justificativa dos catarinenses para não comprar produtos piratas. Entre os que consomem, 88,5% diz que são atraídos pelos preços baixos destes produtos. Outras motivações de quem compra falsificados são a facilidade de encontrá-los (às vezes antes do lançamento oficial do original) e poder ostentar determinada marca.

Entre os produtos piratas mais consumidos estão CDs/DVDs, equipamentos eletrônicos, roupas, brinquedos, calçados e óculos.

Feiras itinerantes

A intenção do Conselho é diminuir ainda mais o consumo de produtos falsificados, com campanhas de conscientização. O presidente do Cecop, Jair Antonio Schmitt, destacou, durante a reunião, uma ação realizada no Rio Grande do Sul, a “Não Tape o Sol com a Peneira”, em que os veranistas são alertados sobre os danos da comercialização dos produtos pirateados à economia.

Em setembro deste ano, o governador Raimundo Colombo assinou um decreto que regulamenta a realização das chamadas feiras itinerantes – eventos em que produtos pirateados seriam carros-chefe. A ideia é intensificar a fiscalização destas novas regras neste Verão.

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