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Comércio sofre com paralisação dos bancos e pede acordo

Lideranças da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) se reuniram na manhã desta quinta-feira, 2 de setembro, em Brasília (DF), para encaminhar um ofício à Federação Brasileira de Bancos (Febraban), pedindo um acordo imediato entre bancários e empresários. A medida é uma forma de evitar que a greve se prolongue…

3 de outubro de 2013

Lideranças da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) se reuniram na manhã desta quinta-feira, 2 de setembro, em Brasília (DF), para encaminhar um ofício à Federação Brasileira de Bancos (Febraban), pedindo um acordo imediato entre bancários e empresários.

A medida é uma forma de evitar que a greve se prolongue até o quinto dia útil do mês, período em que a maioria das empresas executam suas folhas de pagamento. É neste exato momento, em que milhões de consumidores recorrem aos bancos para sacar dinheiro, pagar boletos e compensar cheques. É um dos maiores momentos para o consumo interno. Se a greve se prolongar e alcançar o quinto dia útil do mês, o comércio pode sofrer perdas na ordem de 30% no período, disse Roque Pelizzaro Júnior, presidente da CNDL.

De acordo com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, que reúne mais de 1,2 milhão de pontos de venda em todo o país, a greve dos bancários vem prejudicando não só o comércio, mas toda a economia brasileira, que atualmente se encontra em uma situação delicada e precisa de estímulos para retomar o crescimento.

Em nota enviada à Febraban, a CNDL afirma que o direito de greve é legítimo, mas não pode deixar de prestar os serviços básicos e essenciais à população. As micro e pequenas empresas já enfrentam dificuldades diárias por conta da carga tributária excessiva e pela pesada folha de pagamento e não podem ficar reféns desta paralisação, concluiu Pellizzaro.

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