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Unidos na conservação da Amazônia

Para proteger a rica biodiversidade da Amazônia, o senador Luiz Henrique (PMDB-SC) propõe que o Brasil lidere um grande programa incluindo os países vizinhos. Ele sugere que todas as Nações abrangidas pela floresta adotem as mesmas políticas de preservação e de desenvolvimento sustentável da região aprovadas pelo novo Código Florestal Brasileiro, do qual foi relator.

8 de abril de 2013

Para proteger a rica biodiversidade da Amazônia, o senador Luiz Henrique (PMDB-SC) propõe que o Brasil lidere um grande programa incluindo os países vizinhos. Ele sugere que todas as Nações abrangidas pela floresta adotem as mesmas políticas de preservação e de desenvolvimento sustentável da região aprovadas pelo novo Código Florestal Brasileiro, do qual foi relator.

 

Nesse sentido, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, acatou sua sugestão de incluir um painel sobre a Amazônia no World Science Forum (Forum Mundial da Ciência), que será realizado em novembro no Brasil.

 

Para o sucesso do programa e a conservação da Amazônia, Luiz Henrique considera vital a união de todos os países da região. E adverte: Todos devem adotar as mesmas normas rígidas do Brasil para o desenvolvimento sustentável e científico da região que permitam extrair do bioma condições econômicas através da produção de medicamentos, biofármacos e de tantos outros produtos.

 

Nessa direção, ele lembrou que a nova legislação florestal propõe que o Brasil não adquira produtos agrícolas dos demais países da Amazônia que não atendam os mesmos ritos ambientais brasileiros. E que a sinalização deveria ser atendida por todos que usufruem do bioma amazônico de comercializar apenas produtos com certificado de origem ambiental.

 

O ministro informou, ainda, que a região contará com mais um satélite terrestre de observação para monitorar e reduzir a devastação da floresta amazônica. Os dois primeiros satélites foram lançados ao espaço quando Luiz Henrique era ministro da pasta e Raupp presidente do Inpe (Instituto de Pesquisa Espacial).

 

Outra inovação do MCT para conservar a floresta está na tecnologia do satélite geoestacionário – que proverá internet banda larga de alta velocidade para a região. O ministro prometeu dar total prioridade à Amazônia para compensar a distância em relação aos demais estados brasileiros.

 

E voltou a concordar com Luiz Henrique: para ser preservada, a Amazônia precisa de tecnologia e inovação – que darão alternativa de emprego e renda para os povos da floresta e reduzirão a pressão sobre a região.

 

Nordeste – o ministro acatou, ainda, outra sugestão de Luiz Henrique de convidar especialistas de países avançados com a mesma realidade do nordeste brasileiro, como Israel e EUA, para apresentar no Forum Mundial da Ciência as soluções que transformaram a terra seca em terra produtiva.

 

Ao saudar seu antigo secretário-executivo no MCT como o gestor que faz as coisas acontecerem, Luiz Henrique destacou que o Nordeste precisa ser tratado como questão nacional prioritária para igualar os desajustes regionais do País. E louvou a agilidade e a preocupação do ministro com a sustentabilidade econômica, social e ambiental também na área da ciência, tecnologia e inovação.

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