Em SC, preço do litro da gasolina deve passar dos R$ 3 em 15 dias
Com o reajuste de preço em 6,6% para a gasolina e de 5,4% para o diesel a partir da 0h desta quarta-feira (30) nas refinarias, o valor do litro da gasolina comum em Santa Catarina deve passar dos R$ 3 daqui a 15 dias. A estimativa é do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis de Florianópolis (Sindópolis).
Com o reajuste de preço em 6,6% para a gasolina e de 5,4% para o diesel a partir da 0h desta quarta-feira (30) nas refinarias, o valor do litro da gasolina comum em Santa Catarina deve passar dos R$ 3 daqui a 15 dias. A estimativa é do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis de Florianópolis (Sindópolis).
De acordo com o presidente do sindicato, Valmir Osni de Espíndola, o valor do litro vai aumentar R$ 0,10 a partir desta quarta, mas o valor só deve ser repassado ao consumidor no sábado (2). “São vários fatores que influenciam no preço. Deve aumentar o valor do álcool da gasolina, também vai ser feita um novo cálculo do ICMS. Em 15 dias, o litro da gasolina deve passar dos R$ 3”, afirma.
A Petrobras anunciou reajuste na noite de terça-feira (29). “Esse reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da Companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo”, afirmou a Petrobras em nota. De acordo com a estatal, os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste anunciado, não incluem os tributos federais CIDE e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS.
Último aumento
No fim de junho de 2012, a Petrobras anunciou um aumento do preço dos combustíveis cobrados nas refinarias. A gasolina teve aumento de 7,83%, e o diesel, de 3,94%, desde 25 de junho. Entretanto, o Ministério da Fazenda isentou a comercialização destes combustíveis da cobrança da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide).
“Dessa forma, os preços, com impostos, cobrados das distribuidoras e pagos pelos consumidores não terão aumento”, informou na ocasião. Como a Cide já está zerada, um eventual novo reajuste seria necessariamente repassado para os preços ao consumidor.
Fonte: G1/SC