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Comitiva catarinense discute exportação de carne suína ao Japão

Nesta quinta-feira (8), o governador Raimundo Colombo e outros representantes do governo integraram uma comitiva que se reuniu com o vice-ministro para assuntos internacionais do Ministério da Agricultura do Japão, Masanori Sato. O objetivo da reunião foi discutir a exportação de carne suína ao Japão.

8 de novembro de 2012

Nesta quinta-feira (8), o governador Raimundo Colombo e outros representantes do governo integraram uma comitiva que se reuniu com o vice-ministro para assuntos internacionais do Ministério da Agricultura do Japão, Masanori Sato. O objetivo da reunião foi discutir a exportação de carne suína ao Japão. A negociação, de acordo com o governador, iniciou há cinco anos, e está mais próxima da conclusão. “Já vencemos oito de dez etapas. As duas últimas agora precisam ser tomadas por parte do Japão. Estamos bem otimistas”, afirmou o governador, que foi acompanhado pelo embaixador do Brasil no Japão, Marcos Galvão, no encontro realizado em Tóquio, no Japão.

 

De acordo com o governador, faltam duas etapas. A primeira é a apresentação, pelo Japão, de uma lista de exigências sanitárias aos frigoríficos que vão exportar a carne. A segunda é a mudança de parte da legislação agropecuária. “Estamos muito próximos. Já fizemos todo o dever de casa. Agora aguardamos as próximas manifestações do Governo japonês”, argumentou o secretário da Agricultura de SC, João Rodrigues.

 

Segundo o vice-ministro, um relatório técnico independente já deu um parecer favorável, recomendando a importação da carne suína do estado. “Uma das nossas preocupações constantes é obter fontes seguras de alimentos”, disse.

 

Conforme o governo, o Japão importa anualmente 1,2 milhão de toneladas de carne suína, o que o torna o maior exportador do mundo. Para Santa Catarina, a aprovação permitiria também a retomada das exportações catarinenses, que em 2012 chegaram a 159 mil toneladas, mas em 2007, antes do embargo da Rússia à carne suína brasileira, já chegou a exportar 280 mil toneladas anualmente. Mesmo com a retomada das importações, em 2010, ainda não foi possível alcançar os mesmos índices.
Fonte: G1/SC

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