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Criciúma tem o maior índice de SC de homicídios

A cidade de Criciúma, no Sul de Santa Catarina, tem o maior índice de homicídios por 100 mil habitantes do estado, informou o delegado regional do município Jorge Kock. Em números absolutos não é o maior, porém, quando se trata de homicídios por 100 mil habitantes, Criciúma aparece na primeira colocação. O índice aceitável pela ONU é de 12 e a cidade do Sul catarinense está com 21.

25 de outubro de 2012

A cidade de Criciúma, no Sul de Santa Catarina, tem o maior índice de homicídios por 100 mil habitantes do estado, informou o delegado regional do município Jorge Kock. Em números absolutos não é o maior, porém, quando se trata de homicídios por 100 mil habitantes, Criciúma aparece na primeira colocação. O índice aceitável pela ONU é de 12 e a cidade do Sul catarinense está com 21, o que o delegado considerada preocupante.

 

O número é maior do que o de cidades mais populosas, como Joinville, no Norte, e Florianópolis. O índice, de 21 assassinatos por 100 mil habitantes em 2012, também é quase duas vezes maior do que o considerado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como aceitável (veja o vídeo).

 

Em números absolutos, Criciúma teve um aumento significativo no número de homícidios registrados desde 2011. No ano passado, foram 31 mortes. Neste ano, até 24 de outubro, já foram 42. A cidade fica em terceiro lugar no ranking estadual, atrás de Joinville, com 60 homicídios, e Florianópolis, com 52. Com o mesmo número de Criciúma está Chapecó, no Oeste do estado. Em seguida, aparecem Palhoça e São José, na Grande Florianópolis, com 30 e 27 homicídios, respectivamente, e Blumenau, no Vale do Itajaí, com 25.

 

“Dos 42 homicídios, eu diria que nós temos dez, 11 ou 12 homicídios naturais, que fazem parte da sociedade. O passional, marido mata mulher, mulher mata marido. Agora, os demais 30 homicídios, aí é que preocupa, são diretamente ligados à droga e ao crack”, afirmou o delegado. O perfil dos criminosos, segundo o delegado, é de jovens de até 24 anos, consumidores de crack, que furtam para comprar a droga ou têm dívidas sendo resolvidas com violência.

Fonte: G1/SC

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