O volume de exportações de carne suína irá dobrar em SC
A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, declarou que é muito importante para a economia do país, mas em especial para Santa Catarina, a decisão do governo japonês de abrir seu mercado à carne suína catarinense. Com a decisão, a perspectiva do Governo Federal, com base no volume de carne suína que o Japão compra é de dobrar as exportações no Estado.
A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, declarou que é muito importante para a economia do país, mas em especial para Santa Catarina, a decisão do governo japonês de abrir seu mercado à carne suína catarinense. Com a decisão, a perspectiva do Governo Federal, com base no volume de carne suína que o Japão compra é de dobrar as exportações no Estado. Ideli recebeu a confirmação do anúncio do ministro Mendes Ribeiro da Agricultura, na manhã de segunda-feira 27 de agosto, após a reunião da Comissão de Risco de Sanidade Animal do Ministério da Agricultura, Floresta e Pesca do Japão (MAFF).
“A característica do nosso Estado de ser o único no país livre de febre aftosa sem vacinação fez toda a diferença em termos de avaliação internacional. Por isso, nossa perspectiva pelo volume de carne que o Japão compra é de dobrar as exportações, a partir de 2013. É uma excelente notícia tanto para os produtores, quanto para nossos agricultores, uma vez que a cadeia produtiva catarinense está alicerçada na agricultura familiar “, disse Ideli.
A ministra destaca que a medida faz com que Santa Catarina diminua a dependência do mercado Russo e ainda possa ampliar às exportações para a Europa e Estados Unidos.
“O Japão é um dos mercados mais exigentes no consumo de carne suína. Com a aprovação deles, abre porta para Santa Catarina exportar para outros mercados como Europa e Estados Unidos. Hoje, os Estados Unidos, que são exportadores de carne suína, enfrentam problemas com a estiagem, que torrou a produção de milho, e por isso, terão grandes dificuldades de manter a cota deles no mercado”, disse a ministra.