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Vai à Câmara projeto que prioriza mulheres em programas sociais

Por unanimidade, a Comissão de Assuntos Sociais aprovou, em caráter terminativo, na quarta-feira, 04 de julho, o PLS 44/2012, de autoria do senador Paulo Bauer (PSDB/SC), que determina que programas do governo federal de assistência social sejam pagos preferencialmente às mulheres brasileiras.

4 de julho de 2012

Por unanimidade, a Comissão de Assuntos Sociais aprovou, em caráter terminativo, na quarta-feira, 04 de julho, o PLS 44/2012, de autoria do senador Paulo Bauer (PSDB/SC), que determina que programas do governo federal de assistência social sejam pagos preferencialmente às mulheres brasileiras.

 

Para o tucano, esta iniciativa é relevante e terá reflexos em toda sociedade, principalmente nas famílias brasileiras. “O Senado Federal, que é integrado por várias senadoras, é uma casa que pode acolher este projeto de lei que apresento. Ele irá contemplar a mulher brasileira, a mãe de família, a dona de casa, a responsável pela gestão e pelo provimento da educação dos seus filhos, uma condição diferenciada”, afirmou.

 

De acordo com o projeto de lei apresentado pelo parlamentar catarinense, caberá ao governo dar preferência à mulher sempre que destinar recursos de caráter social para a manutenção da família, para a erradicação da pobreza, para a correção de injustiças e até mesmo para benefícios dentro de programas oficiais. O parecer favorável ao texto na Comissão foi da senadora Angela Portela (PT/RR).

 

“As mulheres tendem a utilizar os recursos recebidos de modo mais eficaz devido à reconhecida habilidade que tem em cuidar adequadamente da manutenção de suas famílias”, defende o senador.

 

De acordo com Bauer, a mulher brasileira já deu demonstrações suficientes da sua competência, da sua capacidade e da sua habilidade em favor da família, a quem dedica a sua vida e oferece o seu amor. Ele lembra ainda que Brasil é presido por uma mulher, tem grandes vultos na sua História de mulheres que construíram este País. A matéria segue agora para ser apreciada pela Câmara dos Deputados.

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