Você conhece alguma história do Papai Noel?
C.E.I.M. Prof. Nora Dallmann
O Natal está chegando e junto com ele a fantasia, as histórias, as crenças, a fabulosa magia de todos os personagens envolvidos no Natal e, com certeza, o mais esperado pelas nossas crianças: O PAPAI NOEL!
Qual é o ser humano, que por mais incrédulo que seja, não há quem consiga render-se a um pequeno sorriso, ou pelo menos um aperto de mão ao bom velhinho que todo ano aparece para nos trazer esperança e o tão desejado presente para nossas crianças.
São muitas lendas contadas sobre o Papai Noel, aliás, sua fama percorre o mundo todo. A mais conhecida entre nós é a lenda de São Nicolau.
De acordo com a História, mesmo antes do nascimento de Cristo, já existia o costume de trocar presentes entre os povos para comemorar o fim do rigoroso inverno na Europa e homenagear o sol. Com o tempo, a data foi adotada pela Igreja para marcar a comemoração do nascimento de Jesus.
Até então, Papai Noel não existia. Mais tarde, entretanto, a Igreja resolveu escolher um santo para ser patrono dessa data. E o eleito foi São Nicolau.
Nicolau foi uma criança boa e generosa, vindo de uma família de posses e, quando ainda pequeno tornou-se órfão, porém, doou toda sua herança para os mais necessitados, distribuiu presentes às crianças. Por esse motivo, originou sua fama de generoso e a lenda então, começou a se espalhar e todo Natal surgia São Nicolau para presentear adultos e crianças, sem distinção.
Mais tarde, as crianças passaram a ser as únicas beneficiadas; quando a lenda misturou-se com outra vinda de outra região da Europa. Conta a história que um velho e bom feiticeiro vivia no gelo e punias as crianças ?sapecas? e presenteava as que se comportavam bem durante o ano; as pessoas acabaram misturando significados e logo o feiticeiro e São Nicolau resultaram na amada e tradicional figura do Papai Noel, conhecida praticamente no mundo inteiro.
Desde então, ele aparece todo Natal, trazendo presentes, vestindo sua roupa vermelha e suas botas pretas, enchendo os olhos e o coração de esperança das nossas crianças.
E vamos confessar… Como é confortável abraço desse bom e amado velhinho, não acham?