Vigilância Sanitária apreende produtos irregulares
Avaliar a higiene dos estabelecimentos, conferir as condições de uso e a validade dos produtos expostos à venda ao consumidor é o principal objetivo da Vigilância Sanitária do município, que realiza desde o início do ano, vistorias em diversos estabelecimentos comerciais (mercados e minimercados). Dentre as irregularidades, verificou-se a venda…
Avaliar a higiene dos estabelecimentos, conferir as condições de uso e a validade dos produtos expostos à venda ao consumidor é o principal objetivo da Vigilância Sanitária do município, que realiza desde o início do ano, vistorias em diversos estabelecimentos comerciais (mercados e minimercados). Dentre as irregularidades, verificou-se a venda de produtos com prazo de validade vencida.
Até o momento, foram apreendidos e inutilizados 128 quilos de produtos, entre eles bolachas, pães, balas, salgadinhos, cereais, refrigerantes, iogurtes, salames, produtos congelados e carnes sem identificação.
Segundo o código de defesa do consumidor “é proibido expor e vender produtos com prazo de validade expirado”. Os produtos foram recolhidos e depois descaracterizados, enviados ao aterro sanitário e os proprietários foram autuados.
A Vigilância Sanitária faz um alerta à população que ao realizar suas compras nos estabelecimentos comerciais, principalmente na área de alimentos, bebidas e saneantes, observem a validade, como também a conservação dos produtos.
Apreendidos 130 litros de saneantes
Numa ação conjunta com a Fiscalização de Posturas da Prefeitura, foram apreendidos 130 litros de saneantes (detergentes, desinfetantes e amaciantes) vendidos “de casa em casa” sem registro no Ministério da Saúde. Estes produtos devem ter este registro, comprovando que não são prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. A Vigilância Sanitária informa que os vendedores (ambulantes) sejam de picolés, peixes, congelados, mel, saneantes, bolachas e até remédios, são em sua maioria, clandestinos.
A orientação da Vigilância Sanitária para a comunidade é que solicite ao vendedor, a licença para a venda, emitida pela Prefeitura Municipal de Pomerode. Caso não tenha, não compre e denuncie à Vigilância Sanitária ou à Fiscalização de Posturas da Prefeitura. A venda ambulante de remédios é proibida pela Legislação Sanitária.