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Uma nova chance

O projeto Malharia Social foi criado para promover a ressocialização de detentas do regime semiaberto no Complexo Penitenciário de Florianópolis, por meio do trabalho em costura e modelagem. Funcionando desde janeiro de 2013, o projeto recebeu a doação de 17 máquinas novas, malhas e linhas da empresa Kyly, de Pomerode.

1 de junho de 2015

O projeto Malharia Social foi criado para promover a ressocialização de detentas do regime semiaberto no Complexo Penitenciário de Florianópolis, por meio do trabalho em costura e modelagem. Funcionando desde janeiro de 2013, o projeto recebeu a doação de 17 máquinas novas, malhas e linhas da empresa Kyly, de Pomerode.O deputado estadual Gilmar Knaesel, incentivador do projeto, destaca a importância do trabalho com as detentas. Para as mulheres é muito mais difícil voltarem ao convívio social. Participando do Malharia Social, elas aprendem uma profissão, diminuem a pena e ainda podem ter uma renda complementar, destaca.
Segundo o idealizador do Malharia Social, professor Filipe Rodrigues da Silveira, a maioria delas tem filhos e, com a qualificação profissional, têm condições de trabalhar em casa e destinar a produção para a indústria têxtil, depois que saírem do sistema prisional.
Mesmo com todo espaço da oficina estruturado, apenas sete mulheres foram autorizadas oficialmente a participar das aulas de qualificação, ministradas por profissionais do Senac. O programa foi prejudicado por entraves judiciais e burocracia. A previsão é que dentro de dois meses ele esteja em funcionamento com a capacidade total, declara Filipe.
Além da parceria com o Senac, também conta com o apoio da Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação (Serte), que doa peças para serem customizadas e revendidas em bazares. A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) é outra apoiadora do projeto.

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