Uma homenagem à Osterfest
As Osterbäume de cada ano de festa ganharão réplicas, em miniaturas, que ficarão expostas no Museu Pomerano durante a 10ª Osterfest.
Como forma de comemorar os 10 anos de uma das festas que já virou tradição em Pomerode, as artesãs da Loja Feito à Mão em Pomerode estão preparando uma homenagem muito especial.
A partir de uma iniciativa da Associação Visite Pomerode (Avip), em conjunto com a Prefeitura, foi decidido confeccionar réplicas de todas as Osterbäume feitas até hoje, desde a primeira edição da Osterfest, em 2009. Cada réplica terá o estilo e as cores dos ovos usados para decorá-la, tendo de 50 a 80 centímetros. A iniciativa também faz parte de uma série de ideias que serão uma homenagem aos 10 anos da Osterfest.
Depois de prontas, elas serão expostas no Museu Pomerano, no hall de entrada. A exposição está prevista para começar no dia 01 de março, junto com o início da 10ª Osterfest.
O trabalho está sendo feito a partir de um resgate da história da festa na cidade, com o objetivo de fazer com que o visitante, e o próprio pomerodense, conheçam a história da Osterfest. As artesãs utilizam fotos das árvores de páscoa anteriores como base para criar as miniaturas e confeccionam os ovos que serão usados em cada uma delas.
Os galhos que serão utilizados como Osterbaum são de jabuticabeira. As artesãs também vão confeccionar pufes com garrafas pet e revesti-los com capas feitas de crochê, para que o visitante possa se sentar e apreciar as miniaturas, bem como, saber um pouco mais sobre cada uma das edições da festa através de resumos impressos em banners.
A cada semana elas irão se reunir e fazer uma etapa da preparação. A expectativa do grupo é que até meados de fevereiro esteja tudo finalizado e pronto para ser exposto ao público.
De acordo com Dirce Goede, coordenadora do Núcleo de Economia Criativa da Associação Empresarial de Pomerode, a ideia é resgatar a história da festa que já consolidou como um grande evento da cidade e, principalmente, da árvore que hoje faz parte do Guinness Book.
“É importante resgatar a história da festa e, também, ver a evolução nestes 10 anos. Ver como a árvore começou pequena e chegou a ser uma com mais de 82 mil casquinhas e estar no Guinness Book. É importante ver, igualmente, a evolução e o crescimento da cidade”, afirma Dirce.
Ela ainda complementa, ressaltando o trabalho e o empenho das artesãs em fazer o melhor trabalho possível. “Faremos as réplicas quase exatas de cada uma das árvores. Também, na confecção dos materiais, vamos humanizar os itens e colocar um pouco da nossa arte nos pufes e nas árvores”, conclui.