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Situação da gripe H1N1 em SC

A gripe (síndrome respiratória aguda grave/SRAG) registrou em Santa Catarina no período de janeiro a 10 de julho de 2012, 2157 casos, destes 635 foram confirmados laboratorialmente para influenza a (H1N1), 140 para influenza a (outros subtipos) e 1088 para outros agentes.

1 de junho de 2015

A gripe (síndrome respiratória aguda grave/SRAG) registrou em Santa Catarina no período de janeiro a 10 de julho de 2012, 2157 casos, destes 635 foram confirmados laboratorialmente para influenza a (H1N1), 140 para influenza a (outros subtipos) e 1088 para outros agentes. Nesta data, 294 casos notificados de SRAG aguardam resultado laboratorial. O maior número de notificações de SRAG ocorreu nas últimas semanas de junho. Em relação à distribuição de casos de SRAG segundo sexo, 52% são feminino e 48% masculino.
A mediana de idade de todos os casos de gripe é de 30 anos. Na distribuição por faixa etária o maior número de casos ocorreu de 0 a 2 anos (22,7%), 40 a 49 anos (12,0%), 50 a 59 (12,9%) e 60 anos ou mais (14,8%).
Nos casos de Influenza A (H1N1), do total de casos confirmados (635), 53% são do sexo feminino e 47% do sexo masculino. Os principais sintomas apresentados entre os casos confirmados de Influenza A (H1N1) foram tosse, febre, dispneia, dor de garganta mialgia, calafrio e coriza. O maior número de casos ocorreu a partir da última semana de maio. A média de idade entre os casos é de 33 anos e as faixas etárias com maior número de casos foram de 10 a 19 anos (18,4%), 40 a 49 anos (16,5%) e 50 a 59 anos (18,4%).

Óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave/SRAG
Dos óbitos por SRAG (117), 52 foram por Influenza A (H1N1), quatro por Influenza A outros subtipos e 60 foram devido a outros agentes. Em relação à distribuição por sexo dos óbitos por SRAG, 53% são do sexo masculino e 47% do sexo feminino. A mediana de idade dos óbitos por SRAG é de 48 anos.
Dos óbitos por Influenza A (H1N1), 58% são do sexo masculino e 42% do sexo feminino. A média de idade dos óbitos é de 47 anos. O maior número de óbitos por H1N1 ocorreu a partir da última semana de maio. As faixas etárias com maior número de óbitos por gripe H1N1 foram de 40 a 49 anos (32,7%) e 50 a 59 anos (36,5%). Os principais sintomas apresentados entre os óbitos por SRAG confirmados por Influenza A (H1N1) foram dispneia, tosse, febre, mialgia (dor muscular), calafrio, coriza, dor de garganta e artralgia (dor nas articulações). Na avaliação da presença de duas ou mais doenças relacionadas, nos óbitos investigados em conjunto com o Ministério da Saúde, 85,0% dos pacientes apresentavam fator de risco ou eram portadores de doenças crônicas, principalmente obesidade e tabagismo.
Observa-se que as maiores taxas de mortalidade por SRAG encontram-se nas Gerências de Saúde de Tubarão com 0,34 óbitos por 10 mil habitantes, Itajaí com 0,29 óbitos por 10 mil habitantes, Araranguá e Blumenau com 0,27 óbitos por 10 mil habitantes. As Gerências de Saúde com as maiores taxas de mortalidade por Influenza A (H1N1) são Rio do Sul e Videira com 0,19 óbitos por 10 mil habitantes e Blumenau com 0,18 óbitos por 10 mil habitantes.
Fonte: DIVE/Diretoria de Vigilância Epidemiológica

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