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Setor têxtil busca diversidade para aquecer mercado
Produção no Brasil está entre as cinco maiores do mundo, com 1.650 milhão postos de trabalho diretos na indústria de
transformação
A produção têxtil no Brasil está entre as cinco maiores do mundo, com 1.650 milhão postos de trabalho diretos na indústria de transformação. Os números acabam pautando o setor, que tem buscado diversificar para aquecer esse mercado.
Há uma semana, representantes de fábricas brasileiras conheceram e trocaram experiências de inovação e design no Vale do Silício, na Califórnia.
O incremento para favorecer as exportações já surtiu efeito com o aumento das vendas de tecidos de algodão, malha, jeans, cama, mesa e banho e lingerie. A experiência de produzir sob medida é o destaque de hoje da série “A Economia no Horizonte”.
Rafael Cervone, presidente da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) falou em diversificar as coleções e a necessidade em produzir próximo ao local de consumo: “isso dá uma versatilidade e uma velocidade na troca de artigos. E é isso que o mundo está precisando hoje”, disse.