Geral

Seqüestro de vigia pode estar ligado à tentativa de arrombamento do BB

O seqüestro do vigia noturno da prefeitura, Sigfrid Wurges, na madrugada do dia 6 de setembro, pode estar ligado a tentativa de assalto ao Banco do Brasil, agência localizada ao lado da prefeitura.

9 de setembro de 2004


O seqüestro do vigia noturno da prefeitura, Sigfrid Wurges, na madrugada do dia 6 de setembro, pode estar ligado a tentativa de assalto ao Banco do Brasil, agência localizada ao lado do prédio da prefeitura.


Vigia há oito anos, Sigfrid contou que por volta da 0h15 do dia 6, estava no pátio da prefeitura, quando foi abordado por um homem de estatura média, armado de revólver, que o mandou deitar no chão e colocou um capuz em sua cabeça.


Momentos antes de ser encapuzado, viu o homem que lhe rendeu acenar para um Fiat Uno, cor vinho, que estava estacionado defronte ao Banco HSBC Bamerindus, para que este viesse até o local.


Depois de encapuzado, foi obrigado a entrar no veículo. Após uns dois quilômetros, o carro parou e um dos homens telefonou para alguém, dizendo que estava tudo bem.


O veículo só tornou a parar em Piçarras, onde tornaram a fazer novas ligações e Sigfrid foi deixado em uma estrada. Assim que foi solto, o vigia procurou a delegacia de polícia, que o trouxe de volta a Pomerode.


Na manhã do dia 6, o sistema do Banco do Brasil estava fora do ar e nenhum caixa eletrônico funcionava. Verificou-se que os fios do telefone haviam sido cortados, para que não disparasse o alarme na PM e na empresa de segurança. Mas não foi verificado nenhum sinal de arrombamento. A polícia acredita que a intenção era roubar o banco, por isso o vigia foi retirado do local.


O motivo da desistência do roubo ou sinais dos seqüestradores e possíveis ladrões ainda são desconhecidos da polícia, que está procedendo investigações.

Notícias relacionadas