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Dia do Escoteiro homenageia quem se dedica a esta atividade, que ajuda na formação de cidadãos melhores. Em Pomerode, o Grupo Escoteiro Pomerano conta com diversos integrantes mais jovens, que garantem fôlego extra para as atividades.

24 de abril de 2018

O movimento escoteiro em Pomerode já acumula uma história rica em boas ações, principalmente, relacionadas ao meio ambiente. Porém, isso só é possível graças às pessoas que fazem parte do movimento, e, para homenagear esta iniciativa voluntária em prol da sociedade, foi instituído o Dia do Escoteiro, celebrado em 23 de abril. 

Em Pomerode, o Grupo Escoteiro Pomerano conta com diversos integrantes mais jovens, que garantem fôlego extra para as atividades do grupo e, desde cedo, aprendem a ser cidadãos melhores. 

Um destes jovens integrantes é Henrique Augusto Goldacker, de 14 anos, que faz parte do GEP desde o ano de 2012. Segundo o jovem, a ideia de começar a fazer parte do Grupo Escoteiro surgiu através da motivação dada pelo melhor amigo. 

Ele também revela que, desde que entrou para o GEP, muito aprendizados vieram no decorrer do tempo. “Aprendi a respeitar, ser bondoso, um pouco da história do escotismo e que todos somos importantes, independente de quem seja ou o que tenha feito”, ressalta Goldacker. 

O menino afirma que ser escoteiro traz diversas alegrias e que existem diversos aspectos que o fazem gostar de fazer parte do movimento e do GEP. “O melhor é sempre me reunir e dividir meus momentos com meus amigos chefes. Mas o que eu mais gosto em ser escoteiro é poder ajudar a comunidade. A melhor parte do movimento é aprender a dar o devido valor às coisas e às pessoas, ser leal e verdadeiro. E o que mais se destaca são os acampamentos, onde nós aprendemos muitas coisas com nossos chefes e amigos. Para mim, ser escoteiro é ser uma pessoa que ajuda, independentemente da situação, ser limpo de corpo e alma e fazer o que é certo”.

Já Thais Manske, de 12 anos, que também integra o GEP, desde 2012, começou ainda como “lobinha”, ou seja, no grupo de crianças dos escoteiros. Hoje, ela faz parte da tropa escoteira. 

“Quando comecei, minha mãe e meu pai sempre motivaram que eu e meu irmão, Theodor, fizéssemos parte desse grupo escoteiro também, pois achavam que faria bem e que iríamos aprender bastante coisa. Sempre diziam ‘melhor do que ficar em casa, sem fazer nada, e aprender algo útil na vida’. Além de termos a oportunidade para aprendermos mais sobre a vida em grupos, e ajudando ao próximo”, afirma a jovem, que define o ser escoteiro como alguém leal, amigo de todos os colegas, respeitoso com os outros, aprendendo tudo isso brincando, juntamente com os chefes, que estão sempre do lado, ajudando.

“Os meus maiores aprendizados com o grupo foram trabalhar em equipe, ser leal, sincero, a ter um bom caráter, lembrar que sempre se pode melhorar. Aprendemos, também, várias brincadeiras, nós e amarras, sempre nos divertindo e seguindo as leis escoteiras. O que eu mais gosto é ficar com os amigos, fazer atividades, acampamentos, conhecer novas pessoas de outros grupos, fazer amizades, ajudando entidades e outras pessoas com a prática do ‘melhor possível’. Aprender sempre mais, e saber que eu posso contar com o meu grupo, conquistando especialidades, insígnias e superar fases”, finaliza Thais.

 

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