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Sapatilhas de pontas no ?Ballet Cultura?

O entusiasmo para calçar os pares de sapatilhas de pontas é notável entre as alunas do Corpo de Baile Municipal de Pomerode. Este foi um momento bastante esperado. Todas participarão da coreografia que representará o Brasil, no trecho do espetáculo “Que País é esse”. Será feita dança e poses coreográficas,…

2 de julho de 2010

O entusiasmo para calçar os pares de sapatilhas de pontas é notável entre as alunas do Corpo de Baile Municipal de Pomerode. Este foi um momento bastante esperado. Todas participarão da coreografia que representará o Brasil, no trecho do espetáculo “Que País é esse”. Será feita dança e poses coreográficas, de acordo com a técnica de cada uma.
Ao iniciar um trabalho de pontas, deve-se levar em conta os fatores: fase do desenvolvimento musculoesquelético, tipo físico, força da técnica, tipo de pé. “A turma tem uma variedade muito grande de tipos físicos, idades com maturações diferentes. Assim, avalio o momento certo da criança iniciar o trabalho de pontas, sendo capaz de explicar claramente o processo aos pais”, afirma a professora Andréa I. Hradec.
“Todos os corpos são diferentes, uns mais fortes, outros, menos, o tipo físico ou o pé anatomicamente adequado levam a uma evolução positiva. As crianças foram trabalhadas psicologicamente a entenderem que dançar sobre as sapatilhas de ponta, é algo individual, cada um tem o seu momento certo”, complementa Andréa.
O trabalho é realizado por quatro horas semanais, com o apoio do CMDCA (Fundo Municipal para a Criança e do Adolescente) e a Prefeitura Municipal de Pomerode.

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