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Resgatando a história de imigrantes da Pomerânia

O advogado e escritor Mildo Léo Fenner, de Cachoeira do Sul (RS), escreveu dois romances sobre a imigração
pomerana, e, já está trabalhando em seu terceiro livro

3 de fevereiro de 2016

Resgatar a história da imigração de Pomeranos para o Brasil, não é tarefa fácil. Mildo Léo Fenner embarcou nesta jornada, e, através de muita leitura e pesquisa sobre o assunto, já está trabalhando na publicação de seu terceiro livro. O autor procurou dar destaque a personagens femininas, que pouco encontramos na literatura sobre a imigração.

Mildo Léo Fenner é formado em direito e letras. Sempre esteve ligado à escrita, seja como repórter, professor ou advogado. Sempre gostou de ler e escrever, principalmente sobre a imigração alemã. “Escrevo porque gosto do assunto e sempre estive ligado à escrita. Que é um ato de amor e, também, uma singela homenagem aos nossos antepassados”.

Em seu primeiro romance, “Charlote”, Mildo retratou a história de uma mulher chamada Charlote, que um dia teve que decidir entre ficar em seu país, ou seguir para um mundo desconhecido, com seu marido e filhos, enfrentando os perigos e riscos da viagem. Durante toda a história, o escritor procurou resgatar os costumes, as festas, a culinária, as doenças e valores daquela época. O livro não apresenta preocupações históricas em relação a datas e pessoas, embora os acontecimentos narrados, em sua grande parte, sejam verdadeiros.

O seu segundo livro, “Cartas para Rose”, também fala de amor, misturando a realidade com a ficção. A história acontece em Cachoeira do Sul, envolvendo uma professora que trabalha no arquivo histórico e que um dia começa a receber antigas cartas escritas por um imigrante pomerano, um gênio da época, para sua amada que ficou na Europa. As cartas nunca chegaram a sua amada e, são descobertas pela professora que se transporta pelo tempo querendo conhecer o imigrante.

O autor está preparando seu terceiro livro, que se chamará “O Casamento de Luísa”. Contando uma história de amor, com ficção, realidade, aventura, sonhos, tristezas e alegrias e, que também é, fundamentada na imigração pomerana.


” Escrevo porque gosto do assunto e sempre estive ligado à escrita. Que é um ato de amor e, também, uma singela homenagem aos nossos antepassados. “

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