- Astrologia
- Auto
- Classificados
- Publicações Legais
- Bombeiros
- Colunas
- Comunidade
- Cotidiano
- Cultura
- Economia
- Entretenimento
- Educação
- Especiais
- Esporte
- Estado
- Eventos
- Pomerlamm Fest ao vivo
- Fotolegenda
- Geral
- JP Explica
- Meio Ambiente
- Mundo
- País
- Perfil Empresarial
- Polícia
- Política
- Obituário
- Revista JP
- Saúde
- Segurança
- Serviços
- Tecnologia
- Turismo
- Trânsito
- Vale do Itajaí
Reconhecimento mais que merecido
Existem pessoas que passam nesta vida por acaso, e outras, que de forma nobre, fazem toda a diferença. Em vários momentos, quando o Jornal de Pomerode se propôs a resgatar parte da história de Pomerode, esbarrou-se na dificuldade de encontrar recursos bibliográficos que registrassem acontecimentos de outrora, e que servissem,…
Existem pessoas que passam nesta vida por acaso, e outras, que de forma nobre, fazem toda a diferença. Em vários momentos, quando o Jornal de Pomerode se propôs a resgatar parte da história de Pomerode, esbarrou-se na dificuldade de encontrar recursos bibliográficos que registrassem acontecimentos de outrora, e que servissem, para perpetuar a história da cidade mais alemã do Brasil e de sua gente.
O subterfúgio encontrado, no desenvolvimento deste trabalho e de outros tantos, foi recorrer ao livro escrito por Gisela Liesenberg e Anita Guenther, verdadeiros arquivos da memória pomerodense.
?Cor: Verde? é uma espécie de Bíblia, que auxilia quando a intenção é resgatar algumas passagens que aconteceram em Pomerode e que, infelizmente, não foram registradas.
O reconhecimento do trabalho pelas autoras desempenhado é mais do que merecido, é fundamental. Sem este trabalho, o Jornal de Pomerode não teria conseguido resgatar a origem do HMRT.