Qualificação e desempenho profissional
Quando o assunto é emprego, há sempre a preocupação em se destacar. Destaca-se o melhor, o mais comprometido e responsável. De acordo com a supervisora de Recursos Humanos da Fakini, Thayse Buerger, a qualificação é o principal diferencial no mercado para conseguir um bom emprego. A experiência profissional também é bem vista nesta hora.
Quando o assunto é emprego, há sempre a preocupação em se destacar. Destaca-se o melhor, o mais comprometido e responsável. De acordo com a supervisora de Recursos Humanos da Fakini, Thayse Buerger, a qualificação é o principal diferencial no mercado para conseguir um bom emprego. “Primeiramente deve estar bem qualificado para o mercado, ter cursos de qualificação profissional, entre curso superior e técnico. A experiência profissional também é bem vista na hora de conseguir um bom emprego”, explica Thayse.
No entanto, na hora de se candidatar há uma vaga, o profissional precisa saber que há também diferença entre emprego e consolidar uma carreira. “O emprego é uma atividade profissional que gera rendimentos, pelos quais pagamos nossas contas. Carreira é a preparação para o futuro”, exalta a supervisora.
E para criar uma boa carreira é necessário traçar um objetivo e trabalhar em cima disso com muita dedicação e determinação pra conseguir bons resultados, esclarece a profissional.
Projeção também é um dos quesitos analisados pelos profissionais, em qualquer área. A antiga cultura que presava um único registro em uma empresa, sendo glorificado pela aposentadoria no mesmo local, já não é mais seguida à risca pelos novos profissionais no mercado. Diante desta nova linha de pensamento, Thayse analisa que deva haver um equilíbrio entre qualidade de vida, bons salários e projeção. “Acredito que deva existir um equilíbrio. No meu ponto de vista não está totalmente errada esta linha de pensamento, mas deve existir uma carreira conservadora e sólida. É que hoje em dia os profissionais buscam uma rotatividade maior de empregos justamente para adquirir experiências em mais empresas, mesmo sendo na mesma área”, completa.
Atualmente, as vagas voltadas à produção e/ou manufatureiras são dificilmente ocupadas. A explicação da causa dá-se pela falta de interesse e qualificação nos estudos. “As pessoas não tem mais interesse em trabalhar em máquinas e fazer produção. Os jovens de hoje estão investindo nos estudos para garantirem um futuro melhor. O que também está acontecendo é a nossa tecnologia avançada, que faz com que máquinas substituam pessoas”, explica Thayse.
Há uma preocupação, por parte dos empresários, em relação a essa nova geração, que vêm entrando no mercado, em se tratando principalmente da questão salarial. Afinal, os jovens estão saindo da faculdade já com o anseio de ganhar, no mínimo, o piso da categoria. A profissional explica que essa preocupação existe e “se tratando de valorização e um salário que justifique o piso de determinada categoria, o que se sobrepõe é a experiência”.
E na hora de procurar emprego, como elaborar um bom currículo, que é a primeira impressão? “Um bom currículo deve conter dados pessoais, deixar bem claro o objetivo profissional, a formação acadêmica, cursos extracurriculares, idiomas, principais realizações, boa apresentação com facilidade de leitura e de identificação, objetividade e clareza nas descrições”, enaltece Thayse.
O que vai diferenciar um bom currículo de um ruim é a objetividade. Por isso, resumir bem o material e manter as principais informações vai torná-lo mais eficiente.