Prefeitos discutem a “Defesa Civil Regional” e cobram ações do Estado
O funcionamento da Defesa Civil no Médio Vale do Itajaí foi um dos principais assuntos na pauta da primeira Assembleia Geral Ordinária da Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (AMMVI), na quinta-feira (26/01).
O funcionamento da Defesa Civil no Médio Vale do Itajaí foi um dos principais assuntos na pauta da primeira Assembleia Geral Ordinária da Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (AMMVI), na quinta-feira (26/01). As frequentes catástrofes climáticas que atingiram a região impulsionaram as discussões sobre a articulação de um serviço integrado de prevenção contra esses acontecimentos, como também a articulação de entidades em prol de um banco comum de dados.
O Secretário Executivo da AMMVI, José Rafael Corrêa, pontua que a entidade está fortalecendo o Colegiado de Defesa Civil – formado por técnicos da área dos 14 municípios – a fim de propor melhorias e buscar soluções conjuntas que auxiliem as prefeituras na prevenção, preparação, resposta e reconstrução.
Nos relatos apresentados durante a Assembleia, os prefeitos foram unânimes em reforçar o papel do Estado na Defesa Civil e buscar parcerias de entidades que atuam na área para trabalhar de forma conjunta. Os chefes do Executivo declararam ainda insatisfeitos com a demora no repasse de recursos do último evento climático.
Os prefeitos presentes aproveitaram a participação do Secretário de Desenvolvimento Regional de Blumenau (SDR), César Botelho, e do Diretor Geral da SDR de Timbó, Miguel Angelo Soar, e pediram um agendamento com o Secretário de Estado da Defesa Civil, a fim de apresentar reivindicações da região e cobrar agilidade no repasse de recursos.
Um aparelhamento melhor dos órgãos municipais de prevenção a desastres foi um dos itens mais destacados. A criação de um centro de inteligência regional de informações sobre enchentes também está entre as ações que poderão ser realizadas.
A temática da defesa civil será pauta permanente nas reuniões da AMMVI e os prefeitos reforçam que medidas mais concretas deverão ser tomadas, principalmente, pelos Governos Estadual e Federal.