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Prefeito Paulo Pizzolatti avalia primeiro mês da Administração Municipal

Em entrevista exclusiva à redação do Jornal de Pomerode, o prefeito municipal Paulo Pizzolatti avalia ações do Executivo no primeiro mês de governo.

14 de fevereiro de 2009


Em entrevista exclusiva à redação do Jornal de Pomerode, o prefeito municipal Paulo Pizzolatti avalia ações do Executivo no primeiro mês de governo. Uma série de perguntas foi elaborada com base nas propostas de governo apresentadas durante a campanha, bem como, levando em consideração os últimos acontecimentos que envolveram o município no período que antecedeu a posse do prefeito Paulo Pizzolatti e de sua vice, Gladys Knaesel, bem como, durante o primeiro mês da atual Administração.


Após cumprir todos os compromissos de sua agenda e atender todas as pessoas que compareceram em seu gabinete, no final da tarde de terça-feira (10/02), às 18h30min, a entrevista que durou mais de uma hora teve seu início. No entanto, o dia de trabalho do prefeito Paulo Pizzolatti estava encerrando, para logo após entrar em cena o profissional da área médica, que ainda iria atender algumas pacientes antes de finalizar sua jornada e ir para sua residência.


Confira abaixo a entrevista e aproveite para saber “ponto a ponto” as principais ações de Paulo Pizzolatti frente ao Executivo pomerodense.



Jornal de Pomerode – Já foi possível sentir neste primeiro mês o peso da responsabilidade de ser prefeito de Pomerode? Está sendo possível conciliar a vida pública com a profissão da medicina?Paulo Pizzolatti – O sonho de ser prefeito de Pomerode foi algo que amadureci. Não está sendo nada diferente do que visualizei durante todo este tempo. Não é o desafio de ser prefeito que irá determinar quem sou verdadeiramente e o que irei me tornar. A forma com que me dispus a responder a este desafio será através de meus atos que poderei ser para o nosso município que tanto amo. A única diferença que senti é que agora estou trabalhando mais do que nunca.


Como médico, sempre lidei com vidas e com todo o universo mágico que as envolve. Como prefeito não é diferente. A profissão de médico não se limita à saúde ou doença, mas envolve todo o contexto do universo social. Estou preparado emocional e espiritualmente para essa responsabilidade.


Se não tivesse certeza que eu pudesse arcar com o peso da responsabilidade não teria aceitado este desafio. Tenho certeza, quando chego todos os dias pela manhã na prefeitura e quando encerro minhas atividades e retorno para minha família, que fiz o melhor que podia ter feito. Sentar na cadeira de prefeito é um prazer que estou desfrutando, jamais um fardo. Lutei para isso e agora quero dar minha contribuição para o crescimento e desenvolvimento de Pomerode.



JP – Em pouco mais de 30 dias de Governo, qual foi o ponto mais positivo da Administração até então?PP – Foram tantos compromissos, tomadas de decisões, reuniões, conquistas, que é complicado numerar um único ponto positivo. Prefiro comentar algumas situações, como por exemplo, o êxito da Reforma Administrativa, que agora nos propiciará uma estrutura funcional, mais dinâmica. A Reforma que nos propusemos desenvolver foi formulada para profissionalizar o funcionalismo em prol de uma sociedade que clama por serviços públicos de qualidade, exigindo a correspondência aos impostos que paga, complementando assim, o que já vem sendo realizado de forma positiva pelos nossos servidores.


Neste primeiro momento, estamos aos poucos executando as obras que ficaram pendentes após as tragédias sofridas por Pomerode no final do último ano. Estamos igualmente reestruturando os serviços prestados aos nossos agricultores e dando uma atenção especial às várias vertentes da assistência social.


Estabelecemos alguns contatos com empresas locais, já devidamente instaladas no município e que estão recorrendo ao Executivo para serem contempladas para ampliação com incentivos fiscais. Não menos importante estão sendo os contatos efetuados com empresas estrangeiras, como o caso de uma unidade Italiana, que já sinalizou a intenção de instalar uma filial em nossa cidade.


Não podemos deixar de lembrar o sucesso que foi a 26ª edição da Festa Pomerana, que tão bem foi aceita por nossa população e pelos turistas, que mesmo após os episódios de novembro e dezembro de 2008 nos prestigiaram com um expressivo público.


Recepcionamos neste mês quatro comitivas alemãs, a presença por duas vezes na mesma semana do Governador Luiz Henrique da Silveira, de seu vice Leonel Pavan, do Governador do Paraná e dos nossos deputados que tão bem nos representam no cenário político estadual e federal. Isso mostra o prestígio que Pomerode tem não só nacional, mas internacionalmente.


Conseguimos após ir a Brasília intermediar o reconhecimento de Estado de Calamidade Pública para nossa cidade, que foi duramente afetada pelas chuvas e deslizamentos de terra. Hoje, poucos instantes antes desta entrevista, recebi a notícia que o Decreto havia sido assinado. Seria injusto deixar de ressaltar o importante papel desempenhado pelos Deputados João Pizzolatti e Gilmar Knaesel nessa missão, que incansavelmente intercederam junto à Defesa Civil e ao Ministério da Integração Nacional.


Outro fator positivo foi termos estabelecido o início de um bom relacionamento com o Legislativo. Fiquei muito lisonjeado com os pronunciamentos feitos por grande parte dos vereadores durante a Sessão que colocou em votação o projeto da Reforma Administrativa. Procuramos atender, ou ao menos avaliar, todas as sugestões encaminhadas pelos vereadores. Estamos respondendo o mais rapidamente possível as Indicações apresentadas pela Câmara de Vereadores, valorizando o trabalho desenvolvido pelos membros do Legislativo que defendem as demandas apresentadas pela comunidade.


Estamos planejando uma reformulação da estrutura física da Prefeitura, que necessita urgentemente da reestruturação de alguns setores e departamentos. Criamos a Ouvidoria para que a população seja atendida com mais atenção e agilidade. A Ouvidoria servirá como um canal de efetiva participação social na Administração Pública com foco na boa qualidade e transparência da prestação dos serviços e no aprimoramento das relações governo e sociedade.


Já começamos a dar os primeiros passos no sentido de sinalizar nossa intenção de firmar para os próximos quatro anos um bom relacionamento com os partidos que compuseram a nossa base aliada e os que foram oposição. Se tudo der certo teremos uma relação amigável.


Retomamos algumas obras que foram prejudicadas pelos acontecimentos registrados no final do último ano, como no caso da Rua Presidente Costa e Silva. Está sendo feito o planejamento para a modificação do trevo de ligação entre as ruas Presidente Costa e Silva e Luiz Abry. Também em relação a obras, terão início o mais breve possível às obras na Rua dos Atiradores, Espírito Santos, Mato Grosso, entre outras.


Contratamos uma empresa especializada em saneamento para que fossem elaborados dois projetos para o município. Através de recursos da FUNASA estes projetos vão ser encaminhados ao Governo Federal.


Também estamos providenciando a elaboração de um projeto de drenagem e dragagem de nossos ribeirões que será encaminhado ao Ministério das Cidades que conta com recursos disponíveis para garantir, entre outros objetivos, que a ocorrência de futuros deslizamentos de terra seja minimizada.


Junto à SDR cobramos em uma série de reuniões a qualidade de algumas obras que estão sendo realizadas no município. Nestas oportunidades, reivindicamos não somente agilidade, mas a qualidade final do serviço prestado.


Pleiteamos junto ao Governo do Estado que seja feito o tratamento e a recuperação da encosta da Rua Frederico Weege. A equipe de geólogos que nos atendeu até o momento disse que não poderíamos realizar nenhuma manutenção no local em função do perigo de novos desmoronamentos. Gostaríamos de um parecer da equipe estadual de geotécnicos para que possamos em conjunto reconstruir a encosta e retirar o barro da rodovia.


Solicitamos à Engecel e à Celesc que fosse refeita a iluminação em algumas vias atingidas pelas enchentes e pelos desmoronamentos, como o caso do acesso criado para a comunidade do Morro da Turquia.


Fizemos um levantamento e cadastramento das famílias que perderam seus patrimônios nas enchentes e que não poderão retornar para suas casas. Para elas, estamos estudando a viabilidade de construirmos em um terreno municipal residências populares. Para aquelas pessoas que sinalizaram que possuem condições de reconstruir seus imóveis em terrenos próprios, adquiridos, ou em locais cedidos por familiares, a Prefeitura dará toda a infraestrutura possível para auxiliá-las. Ao mesmo tempo, estamos reivindicando ao Governo do Estado que contemple estas pessoas em todos os programas assistenciais que estão sendo criados para minimizar as perdas da comunidade catarinense que tanto já sofreu no final de 2008.


Após uma série de reuniões, estamos liberando R$ 60 mil ao Hospital e Maternidade Rio do Testo para que ele possa se adequar às exigências feitas pela Vigilância Sanitária. Esta verba será utilizada na reforma do refeitório e no projeto e reforma da construção da lavanderia. Outra conquista muito importante para a nossa comunidade é que já estamos elaborando um projeto de reestruturação do HMRT, o que certamente proporcionará mais conforto e qualidade no atendimento prestado à população pomerodense. Brevemente estaremos inaugurando o setor do atendimento emergencial e realizando obras e melhorias no centro cirúrgico e no departamento de obstetrícia. Estamos garantindo ao município o sistema de sobreaviso de algumas especializações e o pronto-atendimento através de projeto que está sendo encaminhado à Câmara de Vereadores.


Já agendamos uma reunião com os responsáveis pela Regional de Saúde para que possamos retomar o convênio com o SAMU e normalizar o serviço em Pomerode.


Após três dias em Brasília, conseguimos também uma audiência que não havia sido agendada com o Ministro das Cidades e com o Ministro dos Esportes que sinalizaram positivamente a liberação de recursos federais para obras municipais. Conseguimos garantir a participação do representante da Defesa Civil Municipal em cursos de capacitação que estão acontecendo nesta semana em Gaspar e Ilhota.


Buscamos recursos junto ao Ministério das Cidades para a revitalização de nosso centro urbano, o que foi sinalizado positivamente.



JP – Após uma série de conquistas importantes para a cidade houve alguma frustração até o momento?PP -Não chamaria de frustração, mas o que me deixou angustiado é que fomos procurados por um grande número de pessoas que solicitaram vagas de emprego, que não temos como atender a todos. Como afirmamos durante a campanha política, tanto no que diz respeito ao nosso Plano de Governo, como aos cargos criados pela Reforma Administrativa, estamos conseguindo dentro do possível contemplar profissionais qualificados, que já possuem a base de conhecimento nas áreas em que irão atuar.



JP – Já foi possível organizar o Executivo da maneira cujas propostas do Plano de Governo já pudessem ser viabilizadas na prática?PP – Não conseguimos iniciar a nossa Administração da forma com que havíamos planejado. Vivenciamos uma transição atípica em função de todos os acontecimentos que são de conhecimento de todos. Tivemos que reestruturar nosso Plano de Governo que foi elaborado quando não havia sido comprovado o déficit de arrecadação que estamos sujeitos atualmente, diferentemente do governo anterior que trabalhou com superávit. Assim sendo, estabelecemos prioridades, e estas sim já estão ganhando forma através de projetos. Discutimos junto à comunidade, o que por sinal faremos durante toda a nossa Administração, para que sejam apontadas as prioridades a serem atendidas.


Quando estivermos com a nossa estrutura governamental composta e em funcionamento, certamente os serviços terão uma maior agilidade, mas dentro do possível, após toda a questão burocrática ser encaminhada, o que estava no papel, aos poucos e de forma coerente, passará a ganhar corpo, ganhar forma.



JP – Como se deu a elaboração do projeto da Reforma Administrativa?PP -Foi feito um estudo de todas as áreas e departamentos públicos que necessitavam ser ampliados em função do fluxo de trabalho. Assim, após uma série de incansáveis reuniões e discussões, que envolveram técnicos, prefeito, vice-prefeita e alguns secretários, chegamos ao modelo final apresentado à Câmara de Vereadores, que também sofreu algumas modificações após sugestões dos membros que formam o Legislativo pomerodense. Também escutamos com toda atenção os nossos Deputados João Pizzolatti e Gilmar Knaesel, principalmente pela experiência política de ambos.



JP – Algumas pessoas ressaltaram que a Reforma Administrativa foi arrojada e que é extremamente funcional. Outras pessoas questionaram o número de cargos criados. Como o Executivo está equacionando estes comentários na prática?PP – Volto a dizer que a Reforma era necessária para que possamos fazer com que o trabalho aconteça de forma planejada e que a população seja bem atendida. Isso foi compreendido pelos nossos vereadores da base aliada, a maioria dos vereadores do PMDB e pelo vereador petista, que souberam entender que o tempo certo de mudança é no início de uma Administração e não no final.


Tivemos que criar alguns cargos comissionados para que pudéssemos trazer para a nossa estrutura pessoas de confiança, com capacidade e condições de exercer as funções dentro de uma demanda que seja necessária para o bom desempenho do trabalho.


Por estarmos vivendo um período de queda de receita, teremos mais facilidade para diminuir a estrutura se necessário for, pois sabemos que no caso de pessoas concursadas, este desligamento se dá de forma muito mais complexa. Demos a oportunidade para que os vereadores da oposição pudessem ler a proposta e alteramos alguns pontos que julgamos necessários. Estranhamos a reação de um vereador da oposição, que mesmo assim, tendo tido esta oportunidade, não sugeriu nenhuma modificação e acabou votando contra a aprovação da Reforma Administrativa, inclusive apresentando na Câmara de Vereadores uma defesa totalmente contraditória.



JP – Quais serão os primeiros cargos a serem preenchidos? Quais foram os critérios para a nomeação dos mesmos?PP – Estamos nomeando de acordo com o andamento dos trabalhos. Estamos escolhendo pessoas que apresentem condições técnicas e que possam suprir a nossa expectativa de bom desempenho. Estamos valorizando os funcionários de carreira e concursados e agrupando algumas pessoas de fora da estrutura com potencial de ocupar as vagas. As nomeações estão sendo feitas progressivamente de acordo com a necessidade, não significando o preenchimento total das vagas, o que acontecerá no andamento dos próximos anos, quando a necessidade surgir.


Aumentamos o número de cargos comissionados, mas houve também uma redução na remuneração dos mesmos, inclusive no que diz respeito ao salário do prefeito, da vice, dos Secretários e Diretores. Inclusive, mesmo mantendo uma boa remuneração para estes cargos, em alguns momentos estamos encontrando dificuldade de nomear pessoas com atribuições técnicas expressivas para o desempenho de algumas funções, já que na iniciativa privada a remuneração é ainda superior.



JP – Na solenidade de posse foi comentado no pronunciamento da vice-prefeita Gladys Knaesel que seria estabelecido um conselho político para que as reivindicações das comunidades fossem atendidas prontamente. Já foi feito algum contato neste sentido com as lideranças dos bairros?PP – Tivemos que remanejar esta ação política em função das prioridades que enfrentamos neste primeiro momento, mas serão retomadas para que todos aqueles que participaram do processo político tenham a oportunidade de nos ajudar a governar. Agora, quando a rotina estiver normalizada, uma das primeiras medidas que iremos tomar será a formação deste Conselho, que certamente garantirá uma proximidade com toda a população do nosso município.



JP – Comente um pouco sobre sua ida a Brasília. Quanto à liberação do FGTS, alguma novidade concreta?PP – Fomos a Brasília onde ficamos três dias adequando e corrigindo o preenchimento do AVADAN para que ele pudesse ser recebido pela Defesa Civil Nacional. Fomos atendidos de forma totalmente atenciosa pela estrutura federal, o que fez com que Pomerode fosse reconhecida como um dos municípios em Estado de Calamidade Pública. O secretário da Defesa Civil Nacional, Roberto Guimarães nos auxiliou no processo de preenchimento das informações do AVADAN, que tinham que ser compatíveis com o mapa em anexo ao mesmo, onde contava todas as áreas atingidas de Pomerode, nomes de Ruas, famílias desabrigadas, entre outras informações.


Após este processo, o relatório foi encaminhado aos técnicos e aos procuradores da Defesa Civil, o que aconteceu hoje, para que possa se dar o seu devido encaminhamento ao Diário Oficial. Após o reconhecimento da situação do Estado de Calamidade, vamos continuar a pressão política para que o benefício seja estendido aos moradores atingidos e também a todos os trabalhadores. Não estamos medindo esforços e nem o tempo necessário para que consigamos o êxito total para contemplar a população que está vivendo um período de grande expectativa.


Além do atendimento que estamos prestando a todas as pessoas atingidas, estamos reivindicando um direito que as outras cidades reconhecidas como Estado de Calamidade obtiveram, queremos que a população pomerodense seja contemplada com os mesmos benefícios.



JP – Após todos estes esforços o município cumpriu sua parte, algo mais pode ser feito para garantir a liberação do FGTS?PP – O que foi possível fazer foi feito. Ficou a certeza que a influência política dos nossos Deputados muito auxiliou neste processo. Agora só nos resta esperar e dar continuidade às nossas reivindicações.



JP – Como tem se dado o apoio dos Deputados João Pizzolatti e Gilmar Knaesel nas demais situações envolvendo Pomerode? PP – Nesta mesma estadia em Brasília, o Ministro das Cidades acabou me atendendo sem termos agendado previamente uma audiência. Reivindiquei recursos para drenagem, dragagem, pavimentações e para a reestruturação da Defesa Civil de Pomerode. Tudo isso só foi possível pela influência do Deputado João Pizzolatti, que inclusive também liberou R$ 176 mil ao nosso Hospital. Ele tem tratado de forma atenciosa o nosso município, sendo amigo, político, companheiro e irmão não somente meu, mas de todos os pomerodenses.


Não podemos esquecer a participação do Deputado Gilmar Knaesel, que intermediou a vinda das comitivas alemãs, do governador Luiz Henrique da Silveira e de seu vice Leonel Pavan, que comunicaram na oportunidade a liberação R$ 4 milhões para a reestruturação do nosso Parque de Eventos, R$ 1 milhão para nosso Centro Cultural e mais R$ 300 mil para a equipe de vôlei da cidade, para que a Cativa possa continuar participando da Superliga de Voleibol.



JP – Como tem sido o papel desempenhado por sua vice-prefeita Gladys Knaesel?PP – Antes de minha vice, a minha companheira Gladys Knaesel tem sido uma amiga, uma batalhadora incansável. Já demonstrou ser uma mulher de fibra, uma base de apoio fundamental. Ela é mais que especial, está trabalhando de forma contagiante. Além de competente e experiente, a Gladys é fundamental em nossa Administração pela sua energia. Tudo que fizemos até agora contou com a participação direta dela e acredito que assim será até o final da nossa Administração. Posso afirmar sem sombra de dúvidas que ela entrará para a história da política nacional como uma das vices mais atuantes do país.

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