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Pomerodenses aliaram os conhecimentos na costura para criar o negócio próprio

Para celebrar o Dia da Costureira, lembrado em 25 de maio, trazemos a história de três profissionais que saíram da sua zona de conforto e criaram o próprio empreendimento na área. Solange Ventura, Valdenea de Melo, e Cateane Abegg, juntaram suas forças e experiências e decidiram criar, em 2007, a Fabrisa Confecções Ltda.

29 de maio de 2017

Mais do que trabalhar com algo que gosta, esse trio de mulheres pomerodenses escolheu empreender na profissão em que atuam. 

Solange Ventura, de 32 anos, Valdenea de Melo, 37, e Cateane Abegg, 41, juntaram suas forças e experiências e decidiram criar, em 2007, a Fabrisa Confecções Ltda. Hoje, a confecção já conta com 12 colaboradoras, sendo sete costureiras de máquina e cinco manuais. 

As duas primeiras, das três sócias, antes de formar a sociedade, trabalhavam em uma mesma facção, mas por não gostarem do regime de trabalho, resolveram pedir demissão. “Logo após sairmos, não queríamos trocar de área de trabalho, então conversamos com a Cateane, que também conhecíamos e outras três mulheres e resolvemos abrir nossa própria facção. Foi a maneira que encontramos de continuar naquilo que sabíamos e gostávamos de fazer”, conta Solange. 

Com o passar do tempo, apenas mantiveram-se na sociedade as três, Solange, Cateane e Valdenea, que tocam a facção até hoje. Elas afirmam que boa parte da sua vida, hoje, é dedicada à costura e que, por ora, não se imaginam fazendo algo diferente. 

“Eu comecei a costurar com 18 anos, depois de trabalhar algum tempo como diarista. Logo quando tive os primeiros contatos com a costura, me encantei e resolvi que queria seguir nesta profissão. Nem tudo são flores, mas vejo a costura como um bom meio de atingir meus objetivos pessoais, afinal, estou trabalhando com algo que gosto”, revela Solange. 

Já Valdenea ressalta a combinação de conseguir renda e trabalhar com o que gosta como o melhor de sua profissão. “A costura é a nossa renda. Gosto muito de costurar, então, fui unir o útil ao agradável. Tive o primeiro contato com a costura através de um curso técnico no Senai, onde aprendi tudo o que eu sei. Minha primeira profissão foi doméstica, mas hoje me dedico completamente à costura”. 

A terceira sócia, Cateane, destaca que, além de trabalhar com aquilo que sabe fazer, agora ela pode fazer o seu próprio horário. “O melhor para mim em ter o meu empreendimento é poder fazer meu próprio horário, fazendo o que gosto. Eu sempre trabalhei com costura e, provavelmente, sempre continuarei trabalhando com isso”, afirma a costureira. 

O que é consenso entre as três sócias, é que não planejam trocar de profissão, uma vez que gostam do que fazem e é aquilo que sabem fazer bem. Costurar não é apenas uma ocupação, é uma profissão que exige talento, e isso, com certeza, as três sócias têm de sobra. 

O Dia da Costureira

A data especial desta profissão é celebrada anualmente no dia 25 de maio. De acordo com a Associação Brasileira de Vestuário (Abravest), o trabalho das costureiras brasileiras movimenta, em média, R$ 4,5 bilhões por ano. 

As costureiras são mestras na linha e agulha e, com apenas esses dois instrumentos, conseguem produzir peças incríveis, desde vestidos, camisas, cortinas e demais produtos feitos à base de tecidos. Também conhecidas como estilistas, as costureiras podem criar tendências de moda que serão usadas ao longo das diferentes estações. 

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