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Pomerode monitora seis casos suspeitos de gripe suína

Devido à grande demanda de exames e muitos resultados serem negativos, o sistema em relação ao tratamento do vírus Influenza A (H1N1), a gripe suína, foi alterado desde a quinta-feira, 16/07.

25 de julho de 2009

Devido à grande demanda de exames e muitos resultados serem negativos, o sistema em relação ao tratamento do vírus Influenza A (H1N1), a gripe suína, foi alterado desde a quinta-feira, 16/07. Somente realizam exames pacientes com síndrome respiratória aguda grave. Em Pomerode, estão sendo monitoradas em casa, durante sete dias, seis pessoas apenas com síndrome gripal.
A partir da avaliação médica, podem ser tomadas três medidas: coleta para o exame, em caso de síndrome respiratória aguda grave; monitoramento em casa durante sete dias, em caso de síndrome gripal; ou descarte, em caso de gripe comum. Pessoas que apresentam febre com tosse ou dor de garganta e falta de ar são consideradas com síndrome respiratória aguda grave.
“Estamos monitorando a situação. Nossa preocupação é prevenir. É importante seguirmos a etiqueta de tosse, evitarmos lugares fechados e a conglomeração de pessoas. Se tiver uma gripe mais forte, procure um médico, primeiramente do Posto de Saúde, pois ele fará uma avaliação do caso e se necessário, os devidos encaminhamentos. Não tome medicamentos sem orientação médica”, aponta o Gerente da Vigilância Epidemiológica de Pomerode, Luiz Germano Harmel.
Os médicos que atendem no município de Pomerode receberam protocolo de como proceder em relação à Influenza A (H1N1). A Secretaria de Saúde de Pomerode, através da Vigilância Sanitária, está orientando a população sobre o vírus Influenza A (H1N1), a gripe suína. Agentes de Saúde distribuirão folders nas casas, que trazem informações sobre cuidados e prevenções do vírus.

ALAN SILVIO LAEMMEL, brasileiro, solteiro, farmacêutico, declaro para os devidos fins e efeitos que durante o velório de A.W.W. atribui responsabilidade ao médico Dr. Eckart Rudolf Liesenberg, pelo óbito  da mesma,  pois sabia que costumeiramente  A.W.W.  era atendida pelo  profissional.
Esclareço, no entanto, que os comentários foram tecidos num momento de dor, pela perda de uma pessoa querida, e que agi sob intensa emoção.
Na ocasião não mensurei que ao fazer o comentário, numa atitude de desabafo, pudesse vir a causar aborrecimento na vida profissional do médico, e que fosse criar uma situação desagradável e até mesmo constrangedora com seus pacientes. 
Também não pude mensurar que simples comentário fosse repercutir na comunidade pomerodense, ou mesmo que levasse a ser questionada a lisura e conduta profissional do médico. Presto esta declaração, pois pelo que sei, o médico Liesenberg, sempre é muito seguro acerca do tratamento que tem dispensado a cada um de seus pacientes.

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