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Pelo desenvolvimento

Na tarde de quinta-feira, dia 04 de dezembro, ocorreu o 1º Seminário do Projeto Movimentar na Apae de Pomerode, que
tem como madrinha a NETZSCH do Brasil, e busca pelo desenvolvimento do processo neurológico e sensorial de alunos da
instituição

10 de dezembro de 2014

Há seis meses surgia o Projeto Movimentar na Apae de Pomerode. Com apoio da empresa NETZSCH do Brasil, os progressos dos 13 alunos envolvidos já pode ser observado.

E os avanços foram apresentados no 1º Seminário do Projeto Movimentar, que ocorreu na tarde de quinta-feira, dia 04 de dezembro, com a presença de alunos, familiares, professores e funcionários da Apae, além de colaboradores da NETZSCH do Brasil.

Em nome da madrinha do Projeto, Janaina Busarello, do setor de recursos humanos, enalteceu a satisfação da empresa em fazer parte desta história. “É com muita alegria e satisfação que a madrinha NETZSCH do Brasil anuncia o 1º Seminário apresentando os avanços e desenvolvimento dos alunos da Apae de Pomerode. E, em nome do comitê do Programa de Inclusão da Pessoa com Deficiência da NETZSCH do Brasil, queremos fazer um agradecimento especial ao nosso diretor, Sr. Silvio Beneduzzi, pelo apoio dado para o desenvolvimento do Projeto Movimentar”, afirma.

O Diretor Social da Apae de Pomerode e Conselheiro Regional das Apaes do Médio Vale do Itajaí, Almir Bieging, também se pronunciou. “É muito gratificante e também nossa função dar as condições que nossos alunos merecem e precisam ter para seu desenvolvimento. Precisamos ainda lutar muito na questão da acessibilidade, mas, graças ao apoio das empresas parceiras, estamos conseguindo disponibilizar condições para melhorar a vida dos alunos e também das famílias. A Apae de Pomerode é destaque na região por conta de seus equipamentos e isso nos orgulha muito”, completa.

O Projeto – O Seminário foi apresentado pela terapeuta ocupacional Jaliane Machado, que efetua as atividades com os 13 alunos beneficiados com o programa.

Jaliane explicou que o Projeto Movimentar tem o objetivo de aprimorar o processo neurológico, que organiza as sensações do próprio corpo e do ambiente. Além disso, é voltado para a promoção de estimulação sensorial, através de brincadeiras e atividades lúdicas, com participação ativa das crianças. “São diversos equipamentos que tem como propósito estimular a parte tátil, bem como a motora dos alunos. Nesse sentido, a Sala Sensorial efetua atendimentos individuais, de 30 minutos cada, onde os avanços podem ser observados no equilíbrio, nos reflexos e no desenvolvimento de cada um”, explica.

No fim do Seminário, Luciana Kreutzfeld, mãe da aluna Ana Luisa, fez um breve depoimento. “A Ana, antes do programa, tinha medo de andar sozinha e estava sempre de mãos dadas com alguém por conta da insegurança. Hoje ela anda de bicicleta sozinha. São muitos avanços e podemos observar até a melhora dela nas aulas de educação física”, conta.
Os presentes foram convidados ainda para uma aula demonstrativa.

 

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