Pela mudança na saúde
A classe médica não tem estado satisfeita com alguns pontos. E, há algumas semanas, dois médicos de Pomerode foram às ruas enaltecer as suas indignações em relação a saúde brasileira. O cirurgião geral José Antônio Aguilar Vaca e cirugião plástico Luiz Fernando Dockhorn, ergueram a faixa da mudança para a classe pelas ruas pomerodenses e enalteceram seus ideias através do artigo…
A classe médica não tem estado satisfeita com alguns pontos. E, há algumas semanas, dois médicos de Pomerode foram às ruas enaltecer as suas indignações em relação a saúde brasileira. O cirurgião geral José Antônio Aguilar Vaca e cirugião plástico Luiz Fernando Dockhorn, ergueram a faixa da mudança para a classe pelas ruas pomerodenses e enalteceram seus ideias através do artigo abaixo.
Há 30 anos tínhamos um modelo assistencial de saúde satisfatório que valorizava o trabalho médico e cuidava da saúde dos pacientes. Não havia planos de saúde e o cidadão tinha assistência gratuita. Os médicos tinham remuneração compatível com a prestação de serviço, como no Canadá, modelo mundial de assistência médica. Este sistema foi desmontado para permitir e entrada de grupos estrangeiros mercantilistas, aviltando o trabalho médico e deixando o usuário desassistido.
Implantado o caos programado na saúde pública, inicia-se a era dos planos de assistência privada, modelo copiado dos Estados Unidos da América, comprovadamente ineficaz e mercantilista. Baseado em uma medicina armada e cara (máquinas de fazer exames).
Hoje o cidadão paga o plano de saúde privado. R$ 600,00 até fazer 59 anos e, no dia seguinte ao seu aniversário de 60 anos, recebe um boleto bancário no qual seu plano passa a custar R$ 1.900,00 para que ele não mais passe a pagá-lo, pois este cidadão representa prejuízo para o sistema e deve ser descartado.
Os profissionais médicos tornaram-se escravizados, ficando à mercê das tabelas impostas pelos grandes grupos, amparados pelas leis criadas à custa da corrupção por eles e aprovados pelos corruptos, lobistas, travestidos de legisladores.
A despeito de toda essa situação caótica criada para privilegiar grupos privados, as nossas entidades representativas, os conselhos (CRM) que deveriam nos defender, foram omissos e coniventes com o aviltamento da profissão médica. Submetidos a uma tabela (SUS) irrisória infringindo o código de ética médica.
No qual diz no capítulo 1, dos Princípios Fundamentais, artigo terceiro; que para exercer a Medicina com honra e dignidade, o médico necessita ter boas condições de trabalho e ser remunerado de forma justa.
Hoje a atual tabela paga em uma cirurgia de cesariana R$ 150,00 para o cirurgião. Isto é justo? Remunerem os profissionais da saúde e da educação com o salário dos políticos e deem-lhes condições de trabalhos dignos e veremos este gigante levantar do berço esplendido.
Queremos viver sem o peso do estado sobre nossas cabeças tributando até o ar que respiramos. Queremos exercer o divino e soberano direito de cidadania e viver sem ser assaltado pelos que dizem que nos representam e apenas nos roubam. R$ 500 bilhões/ano é o saldo do butin que somem pelos ralos obscuros da corrupção. E para essa sangria crônica patrocinada pelos lacaios travestidos de tribunos que nos exaure e empobrece, o prêmio é a impunidade.
Os Hospitais obrigam aos médicos constituir pessoa jurídica, obter empresa para prestar serviço para uma atividade que não pode ser terceirizada. O que é mais uma infração flagrante à lei trabalhista. Mais uma vez onde estão os nossos representantes, sindicatos, conselho, etc? E ainda fazem de tributação dos valores repassados, o que é uma imoralidade. A tudo isto estamos sujeitos e isto, queremos derrubar. Política de gabinete não precisamos. Queremos atitude e representatividade política.
No Canadá, país rico, existe uma van com ressonância magnética que viaja de cidade em cidade, como há 50 anos tínhamos o controle da tuberculose por Raio X e Abreugrafia. As doenças tinham os mais baixos índices de incidência e eram controladas. Hoje, a despeito das parafernálias eletrônicas, o do custo da tuberculose atingiu índices alarmantes. Mata muito mais que AIDS. Isto é a prova das insuficiências deste sistema falimentar fabricante de doenças.
Médicos desempregados, Hospitais parados e a população carente total de cuidados, fruto de um programa fascista, voraz, implementado pelos grandes trustes da indústria da doença, dominam o cenário nacional. Não bastasse tudo isto, tivemos que engolir ainda a mentira do século: A mentira do Colesterol. O Colesterol é tudo de bom que o organismo dispõe, pois é a partir dele que são fabricados todos os nossos hormônios e neurotransmissores.
O Colesterol não faz mal, só faz bem! Esta mentira está fazendo 80 anos e foi inventada para confundir as pessoas, criar doenças e vender remédios, patrocinada pela Indústria Farmacêutica junto a Indústria Alimentícia. Se não tivermos Colesterol deixamos de fabricar hormônios, neurotransmissores e antioxidantes importantíssimos contra os radicais livres. As pessoas deixaram de comer ovos, cujas gorduras são riquíssimas e as quais deveram a transformação de um cérebro de 400g para um de 1400g desde a primitividade.
O Ômega 6, das gorduras animais, na presença das vitaminas do Complexo B é transformado em Metionina, substância importante na construção dos tecidos corporais. Sem Vitamina B, a Metionina é transformada em um radical livre devastador, chamado Fator Homocisteína, que vai atacar todos os tecidos, células e também o Colesterol, oxidando-o. Este Colesterol oxidado passa a ser visto pelo Sistema Imunológico como um agressor e é englobado pelas células de defesa que vão depositá-lo em algum lugar do corpo, como fígado, tecidos e a camada muscular das artérias.
Portanto, o vilão da história é a alimentação industrializada destituída de Vitaminas do Complexo B. Tipo farinhas brancas, arroz, trigo polido e etc, pois as Vitaminas estão na casca. Mas, como esse pacote rende a Indústria Farmacêutica bilhões e bilhões por ano com a venda das Sinvastatinas (remédio para baixar o Colesterol) é óbvio que ele tem que ser ocupado!
O pesquisador que descobriu isso há mais de 60 anos, Dr. Kilmer McCully é um médico, professor da Universidade de Michigan, teve a sua vida devassada e foi impedido de publicar a sua descoberta. Retiraram o seu emprego na Universidade, retiraram a verba de pesquisa de seu laboratório e ainda foi bombardeado na mídia para desacreditá-lo. As pessoas hoje estão doentes por não comerem mais gorduras.
Nunca se viu tanto Parkinson, Alzheimer e demência nos últimos 20 anos! E as pessoas comem margarinas ao invés de manteiga, ovo em pó utilizado pela indústria alimentícia (o processo de liofilização das gorduras, ou seja, desidratação é um processo oxidativo, ou seja transforma gordura boa em radical livre), deixam de tomar leite da vaca para tomar leite A, B, C, D, X, Y… Com água oxigenada, formol e outros aditivos mais.
O processo de purificação da água chamado tratamento nada mais é do que envenenamento, pois são adicionados três venenos letais a água que bebemos como Cloro, Alumínio e Flúor. Os vendedores dessas substâncias (países do Primeiro Mundo) apenas filtram a sua água e usam Ozonizadores para a purificação. A saúde é um fator importante para o cidadão, para nós médicos, para os nossos familiares e para os nossos pacientes, mas a indústria da doença não vive disso! O seu negócio é outro.
Se quisermos adoecer uma nação inteira basta envenenar a comida e a água e teremos pessoas doentes, consumidoras crônicas de remédio o que significa mais lucro para a indústria farmacêutica e laboratórios.
Queremos dar um basta! Nós como médicos, somos defensores da saúde. Queremos deixar de ser marionetes da indústria da doença. Defendemos a integridade do ser humano, na sua essência e na sua complexidade, pois o compromisso que assumimos quando prestamos o juramento de Hipócrates, pai da Medicina (460 anos a.C.) continua a ser o Norte de nossa vida profissional.